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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

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Foto: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Budd-Chiari

Síndrome de Budd-Chiari é provocada por coágulos de sangue que obstruem completamente ou parcialmente o fluxo de sangue do fígado.
A obstrução pode ocorrer em qualquer lugar das veias pequenas e grandes que transportam o sangue do fígado (veias hepáticas) para a veia cava inferior.

·           Algumas pessoas não apresentam sintomas, mas outras sentem fadiga, dor abdominal, náuseas e icterícia.
·           O líquido pode se acumular no abdômen, o baço pode aumentar e, às vezes, ocorre sangramento grave no esôfago.
·           A ultrassonografia Doppler pode detectar veias estenosadas ou obstruídas.
·           Os medicamentos podem ser usados para dissolver ou diminuir o tamanho do coágulo, ou uma ligação pode ser feita entre as veias para permitir que o sangue desvie do fígado.

A síndrome de Budd-Chiari geralmente ocorre quando o coágulo estenosa ou obstrui as veias hepáticas, que transportam o sangue para fora do fígado.
Como o fluxo sanguíneo para fora do fígado está impedido, o sangue se acumula no órgão, fazendo com que ele aumente de tamanho. O baço também pode aumentar. Esse acúmulo de sangue (congestão) provoca aumento da pressão sanguínea na veia porta (que transporta o sangue do fígado para os intestinos). Essa pressão aumentada, denominada hipertensão portal, pode resultar em veias dilatadas e retorcidas (varicosas) no esôfago (varizes esofágicas). A hipertensão portal, associada ao fígado aumentado e lesionado, leva ao acúmulo de líquido no abdômen (denominado ascite). Os rins contribuem para a ascite, provocando retenção de sal e água.

O coágulo pode se estender, bloqueando a veia cava inferior (a veia grande que transporta o sangue para a parte inferior do corpo, incluindo o fígado, para o coração). As veias varicosas no abdômen, próximas da superfície da pele, podem se desenvolver e se tornar visíveis.
Por fim, ocorre a cicatrização grave do fígado (cirrose).

CAUSAS

Geralmente, a causa é um distúrbio que faz com que o sangue coagule mais facilmente, como:
·            Excesso de glóbulos vermelhos (policitemia)
·            Doença falciforme
·            Doença inflamatória intestinal
·            Doenças do tecido conjuntivo
·            Lesão
Às vezes, a síndrome de Budd-Chiari começa subitamente e gravemente, normalmente durante a gravidez. Durante a gravidez, o sangue normalmente coagula com mais rapidez. Em algumas mulheres, um distúrbio de coagulação pode aparecer primeiro durante a gravidez.
Outras causas incluem distúrbios que se desenvolvem próximo das veias hepáticas, como infecções parasitárias e tumores hepáticos ou tumores renais que pressionam ou invadem as veias. Na Ásia e na África do Sul, a causa é comumente uma membrana que bloqueia a veia cava inferior. Essas membranas estão frequentemente presentes ao nascimento. A sua causa costuma ser desconhecida.


SINTOMAS

 

Os sintomas variam bastante, dependendo se a obstrução se desenvolve de modo lento ou súbito.
Geralmente, a obstrução e os sintomas aparecem gradualmente em semanas ou meses. A fadiga é comum. O fígado aumentado se torna sensível e as pessoas apresentam dor abdominal. O líquido pode se acumular nas pernas, provocando inchaço (edema), ou no abdômen, provocando ascite. As veias varicosas podem aparecer no esôfago. Elas podem se romper e sangrar, às vezes profusamente ( Hemorragia gastrointestinal). 

As pessoas podem vomitar sangue. Tal sangramento é uma emergência médica. Se evoluir para cirrose, pode levar à insuficiência hepática. A insuficiência hepática pode provocar deterioração do funcionamento do cérebro (encefalopatia hepática), resultando em confusão e até mesmo coma.

As obstruções ocorrem subitamente em cerca de 20% das pessoas. As que ocorrem durante a gravidez costumam ser súbitas. Alguns dos sintomas são os mesmos que os das obstruções de evolução gradual: fadiga, fígado aumentado e sensível e dor abdominal na parte superior do abdômen. Os sintomas adicionais incluem vômitos e descoloração amarela da pele e da parte branca dos olhos (icterícia). A insuficiência hepática grave é rara.


TRATAMENTO

 

O tratamento depende da rapidez com que o distúrbio evolui e da gravidade dele.
Quando os sintomas começam subitamente e a causa é um coágulo, medicamentos fibrinolíticos (trombolíticos), que têm ação de dissolução de coágulos, podem ser úteis. Para um tratamento prolongado, os medicamentos anticoagulantes (como a varfarina) são frequentemente necessários para evitar o aumento de tamanho ou a recorrência de coágulos.

Se uma veia estiver obstruída por uma membrana ou apresentar estenose, uma angioplastia pode ser realizada para desobstruí-la ou dilatá-la. Para esse procedimento (denominado angioplastia transluminal percutânea), um cateter com um balão desinflado na sua ponta é inserido pela pele em um vaso sanguíneo (como uma veia na virilha) e inserido para a veia obstruída. O balão é insuflado, dilatando a veia. Um tubo de malha metálica (stent) é inserido e colocado no lugar para manter a veia aberta.

Outra solução é criar uma rota alternativa para o fluxo sanguíneo, desviando do fígado. Esse procedimento, denominado derivação portossistêmica intra-hepática transjugular (TIPS), reduz a pressão na veia porta. Para o procedimento, um anestésico local é usado no pescoço, e um cateter com uma agulha de corte é inserido em uma veia no pescoço (veia jugular). O cateter é inserido pela veia cava inferior até a veia hepática. A agulha é usada para criar uma conexão (denominada shunt) entre duas veias, geralmente uma ramificação da veia hepática e da veia porta, de modo que o sangue possa se desviar do fígado. Em seguida, um stent é introduzido e colocado no shunt para mantê-lo aberto. 

O shunt permite que o sangue desvie do fígado, fluindo da veia porta (que normalmente transporta o sangue para o fígado) diretamente para a veia hepática (que drena o sangue para fora do fígado). O sangue retorna ao coração pela veia cava inferior. Entretanto, esses shunts aumentam o risco de encefalopatia hepática (deterioração do funcionamento do cérebro devido à disfunção hepática). Além disso, os shunts ocasionalmente ficam obstruídos, especialmente em pessoas com tendência à formação de coágulos de sangue.

O transplante de fígado pode salvar vidas, especialmente em pessoas com insuficiência hepática grave. 
Os problemas resultantes do distúrbio também são tratados:

·           Sangramento das veias varicosas no esôfago: Várias técnicas podem ser usadas para interromper o sangramento. Geralmente, bandas de borracha são inseridas por um tubo de visualização flexível (endoscópio), inseridas pela boca até o esôfago. As bandas são usadas para amarrar as veias varicosas (denominado ligação).

            ·           Sangramento das veias varicosas no esôfago: Várias técnicas podem ser usadas para interromper o sangramento. Geralmente, bandas de borracha são inseridas por um tubo de visualização flexível (endoscópio), inseridas pela boca até o esôfago. As bandas são usadas para amarrar as veias varicosas (denominado ligação).       
       ·         Acúmulo de líquido no abdômen: Uma dieta com baixo teor de sal (sódio) e os diuréticos podem ajudar a prevenir o acúmulo de líquido excessivo no abdômen.
A maioria das pessoas precisa tomar anticoagulantes indefinidamente para evitar a ocorrência de novas obstruções.

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Titular: CATIANE DE SANTANA BRITO


Postado do Blog Manual MSD:

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