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sábado, 15 de setembro de 2018

PILOTO DA ALEMANHA NAZISTA ESCOLTA B-17 AMERICANO À SEGURANÇA.


O nosso B17 foi ferido em combate também, mas continuará voando na Proteção de Deus!




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https://picaorelha.blogspot.com/2014/07/a-incrivel-historia-do-piloto-de-um.html


O incidente de Charles Brown e Franz Stigler ocorreu em 20 de Dezembro de 1943, quando o B-17 de Charlie foi seriamente danificado por aeronaves nazistas. O piloto da Luftwaffe (Força Aérea da Alemanha Nazista) Franz Stigler recebeu ordens para abater a aeronave de Charlie, mas, por suas próprias razões e colocando sua integridade em risco, escoltou o B-17 para o espaço aéreo aliado.

Franz avistou o bombardeiro danificado de Charlie enquanto reabastecia e rearmava sua própria aeronave. Para surpresa do piloto americano, Stigler não abriu fogo contra o B-17 danificado. Ao se lembrar do incidente, Franz diz: "Me recordo das palavras de um dos meus comandantes, Gustav Rödel: ‘Vocês são pilotos de caça primeiramente, por último e para sempre. Se eu ouvir que qualquer um de vocês atirou em alguém em um paraquedas, eu vou atirar em vocês eu mesmo’, e para mim, foi como se eles fossem paraquedistas. Eu os vi e eu não pude derrubá-los".    

Por duas vezes, Stigler tentou fazer com que Brown pousasse seu avião em um aeródromo alemão e se rendesse ou desviasse para a neutra Suécia, onde ele e sua equipe iriam receber tratamento médico, seriam internados e ficariam de fora do restante da guerra. Brown e a tripulação do B-17 não conseguia entender o que Stigler tentava dizer ou gesticular e, por isso, continuaram voando. Stigler decidiu então voar perto do avião de Brown, com sua asa a bombordo do bombardeiro. Stigler sabia que se alguma aeronave alemã o reconhecesse, não atiraria. A estratégia funcionou e Franz escoltou o B-17 danificado ao longo da costa até chegarem ao mar aberto, onde ele partiu com uma saudação.    

Quando Brown conseguiu pousar, recebeu instruções para que não falasse que um piloto nazista o deixou partir. Era extremamente reprovável qualquer empatia pelo inimigo. Franz comentou: “Alguém decidiu que você não pode voar em um cockpit alemão e ser humano ao mesmo tempo”.        

Após a Guerra, Stigler se mudou para o Canadá e tornou-se um homem de negócios bem sucedido. Brown, por sua vez, voltou para casa em West Virginia, foi para a faculdade, voltou a servir a Força Aérea em 1949 e lá permaneceu até 1965. Em 1972, ele se aposentou do serviço governamental e se mudou para Miami para se tornar inventor.

Em 1986, o então aposentado Tenente Coronel - Brown foi para uma conferência de ex-pilotos chamada de "Gathering of the Eagles/
Colheita das Águias". Perguntaram a ele se lhe vinha à cabeça alguma missão memorável da Segunda Guerra Mundial e ele se lembrou do incidente com Franz Stigler, de sua escolta e saudação. Finalmente, Brown decidiu procurar o piloto desconhecido. Após quatro anos sem resultados, Stigler escreveu uma carta para Charlie que dizia “era eu”. Quando eles se falaram por telefone, Stigler descreveu a aeronave, a escolta e a saudação. Era tudo o que Brown precisava para saber que ele realmente era o inimigo que o havia escoltado até a segurança do espaÇo aéreo aliado.


Entre 1990 e 2008, eles se tornaram amigos próximos, assim sendo até o dia de suas mortes, no ano de 2008, com apenas alguns meses de intervalo entre elas.


Aqui um vídeo sobre o assunto:



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https://ipc.digital/candidato-jair-bolsonaro-e-esfaqueado-e-levado-em-estado-grave-para-o-hospital-veja-o-video/


Postado do Blog Web Kits:

https://webkits.hoop.la/topic/o-dia-em-que-uma-b17-foi-escoltada-por-um-me-109

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