WEB RÁDIO JESUS A VIDA

quinta-feira, 31 de maio de 2018

NOTA DE REPÚDIO AOS PROCESSOS SOFRIDOS POR RADIALISTAS DE JEQUIÉ

Vem a público repudiar a atitude antidemocrática do prefeito de Jequié, Sérgio Suzart


O Sindicato dos Trabalhadores em Rádio, TV e Publicidade da Bahia (SINTERP/BA) vem a público repudiar a atitude antidemocrática do prefeito de Jequié, Sérgio Suzart, que devido às cobranças e criticas sofridas por parte de profissionais da imprensa local, resolveu se vingar daqueles que um dia o serviram, processando três Radialistas e um Jornalista, por abordarem em seus horários da programação assuntos relativos a sua má administração.
Temos plena consciência que a imprensa não tem o direito de fabricar fatos ou notas para servir como conteúdo a seu favor, preservando inclusive a integridade moral e intelectual dos profissionais, no entanto, se a administração do prefeito não é satisfatória, é natural que a população que o elegeu faça reclamações e cobranças. Este é o papel dos comunicadores em geral: servir como porta vozes da população do município. De igual modo, a Câmara dos vereadores deve fiscalizar a gestão, que é sustentada com recursos públicos. E como bons guardiões da sociedade, cumprimos nosso papel de utilidade pública através da comunicação.
A incompetência de uma gestão, com suas obras inacabadas, dá ao povo o direito de reivindicar melhorias da maneira como podem, com protestos, matérias de jornal, sites, blogs e programas de rádio ou TVs, pressionando as autoridades a trabalharem corretamente.  Já se configura como um processo natural o enfrentamento dos Radialistas aos poderosos dizendo o que pensam, principalmente quando são apoiados pela comunidade.
O que não cabe mais é em pleno século XXI, diante de tantas conquistas e avanços para a modernização democrática, resgatar o coronelismo e a lei  da mordaça, com o prefeito tentando amedrontar e calar a imprensa! A censura que havia na ditadura militar,  quando prefeitos biônicos ditavam as regras nas cidades, respaldados por generais, já não existe há muito tempo. Hoje os habitantes de todos os lugares, inclusive os distantes das capitais, têm o direito e o dever de fiscalizar seus governantes. A lei da mordaça não vingou neste país e a imprensa pode criticar os administradores das finanças de nossas cidades, pois a população paga impostos e é quem lhes sustenta. Portanto, eles devem ao povo uma boa gestão. E se não o fizerem precisam ser criticados para melhorarem seu desempenho. Isso é democracia e sem ela voltamos aos anos 64 a 85 quando isso era apenas um sonho. Os nossos profissionais  Márcio  Lima, Marcos Cangussu, Ari Moura e Val Rodrigues  só estão cumprindo seu papel e contam com o apoio da comunidade jequieense para enfrentar essa censura que estão sofrendo. Processo por criticar prefeito? Ora, francamente, se as grandes empresas de comunicação não criticam o mau trabalho de prefeituras, cabe aos comunicadores livres fazê-lo democraticamente!

SINDICATO DOS TRABALHADORES EM RÁDIO , TV E PUBLICIDADE DA BAHIA (SINTERP/BA)



Postado do Portal do SINTERP BAHIA:
Sinterp Bahia

http://www.sinterpba.org.br/NoticiaVisualizar.aspx?id=949

quarta-feira, 30 de maio de 2018

NO BRASIL DO CRIME ORGANIZADO "O RABO QUER ABANAR O CACHORRO"???

Um movimento parlamentar suprapartidário — PT, MDB, PSOL, PCdoB, PP, PDT e PR — protocolou nesta quarta (30), na Câmara, requerimento para a instalação da CPI da Lava Jato.

O pedido de instalação da CPI da Lava Jato tem 191 assinaturas de apoio e depende do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que comece a funcionar. O número mínimo de assinaturas para requerer comissões de investigação é de 171, ou um terço da Casa.O objetivo da comissão é investigar esquemas de venda de proteção em delações premiadas por parte de advogados e delatores no âmbito da Operação Lava Jato e em investigações anteriores.
O líder do PT Paulo Pimenta (PT-RS) disse que há um verdadeiro esquema criminoso em torno da lava jato, que vende delações premiadas dentre outras barbaridades.
Além do petista, também assinaram o requerimento os líderes Arthur Lira (PP-AL), Baleia Rossi (MDB-SP), Júlio Delgado (PSB-MG), André Figueiredo (PDT-CE), José Rocha (PR-BA), Orlando Silva (PCdoB-SP), Chico Alencar (PSOL-RJ), Weverton Rocha (PDT-MA) e José Guimarães (PT-CE).

Postado do Blog do Esmael Morais:

terça-feira, 29 de maio de 2018

GREVE DOS CAMINHONEIROS TAXISTAS DE JEQUIÉ SE JUNTAM EM CARREATA NA BR 116

A Greve dos Caminhoneiro continua a todo vapor em Jequié!


DÊ PAUSE NA WEB RÁDIO ACIMA E ASSISTA AO VÍDEO

A greve dos Caminhoneiro na Br-116 Rodovia Santos Dumont,  trecho da Cidade de Jequié permanece firme neste nono dia, com apoio dos Taxistas de Jequié e da população que a todo momento tem buscado dá o suporte necessário para os profissionais da estrada e que transporta a riqueza do pais de norte a sul, de leste a oeste. 

Valter Sandoval O Protestante


Vídeo 

segunda-feira, 28 de maio de 2018

ESTADO DE DEFESA, ESTADO DE SÍTIO OU INTERVENÇÃO FEDERAL? ENTENDA CADA ESTADO DE EXCEÇÃO NO BRASIL


Resultado de imagem para Forças Armadas fazem operação no Jacarezinho (RJ), em 18 de fevereiro de 2018. Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
Forças Armadas fazem operação no Jacarezinho (RJ), em 18 de fevereiro de 2018. Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil


Estado de Defesa, o Estado de Sítio e a Intervenção Federal representam medidas extraordinárias previstas pela Constituição Federal, buscando restabelecer ou garantir a continuidade da normalidade constitucional ameaçada. Dessa forma, esses instrumentos são estados de exceção, que devem ocorrer apenas quando estritamente necessários e por um prazo temporal determinado, sob o risco de darem vazão a impulsos autoritários.

E você sabe quais são as diferenças entre esses três mecanismos? Vamos analisar suas diferenças e similaridades, trazendo, ao final, uma tabela comparativa que facilita a identificação de cada Estado de Exceção. Ou, se preferir, clique abaixo na parte que mais quer saber e vá direto ao assunto. 

OS ESTADOS DE EXCEÇÃO


Preliminarmente, é necessário ressaltar a importância do respeito aos Princípios da Necessidade e da Temporariedade. A violação desses princípios, segundo Lenza, daria vazão a arbitrariedades, golpes de Estado e mesmo à ditadura. Em decorrência disso, entende-se que as hipóteses previstas pela Constituição são taxativas, ou seja, não representam meros exemplos e são as únicas situações em que esses mecanismos podem ser acionados.
Inclusive, a vigência de um Estado de Exceção, seja o Estado de Defesa, de Sítio ou Intervenção Federal representa uma circunstância prevista pela Constituição como impeditiva de reformas constitucionais. Sua própria gravidade demonstraria uma situação tão anormal que não seria possível, sob essas circunstâncias, alterar o texto da Carta Constitucional. Ao analisarmos a Intervenção Federal, perceberemos a importância dessa limitação no contexto brasileiro atual, em que está em curso um procedimento de intervenção em uma das unidades da Federação, ao mesmo tempo em que importantes reformas constitucionais estão em discussão no Congresso (das quais se destaca a Reforma da Previdência).

O Estado de Defesa e o Estado de Sítio possuem certas similaridades, que permitem a confusão entre os dois instrumentos e exigem uma análise mais cuidadosa, a fim de saber diferenciá-los. De fato, a Constituição Federal possui um Título inteiro dedicado à “Defesa do Estado e das Instituições Democráticas” (Título V, artigos 136 a 144), cujo primeiro dos três capítulos é destinado aos Estados de Defesa e de Sítio. A esses instrumentos, previstos pela Constituição para corrigir eventuais anormalidades, Pedro Lenza, Mestre e Doutor em Direito Constitucional, membro do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional, chamou de “Sistema Constitucional das Crises”. Vamos começar pelo Estado de Defesa? Acompanhe.



O ESTADO DE DEFESA

Previsto no artigo 136 da CF/88, o Estado de Defesa busca “preservar ou prontamente restabelecer a ordem pública ou a paz social”. Nesse sentido, a Constituição prevê duas hipóteses de ameaça:
1. Grave e iminente instabilidade institucional
2. Calamidades de grandes proporções na natureza
Percebemos, assim, uma delimitação muito clara das situações em que o Estado de Defesa pode ser acionado, havendo ainda duas restrições explícitas, previstas pelo art. 136: que o Estado de Defesa ocorra em “locais restritos e determinados” e que, antes de sua decretação, sejam ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional (vale ressaltar que esses órgãos são meramente consultivos, não estando o Presidente obrigado a adotar seus pareceres).

Em que contextos específicos, então, seria possível determinar Estado de Defesa? Exemplificativamente, o instrumento poderia ser acionado em caso de rebeliões populares ou em que um desastre natural seja de tamanhas proporções que chegue a ameaçar a ordem pública ou a paz social. No caso do desastre da mineradora Samarco em Mariana, por exemplo, caso a Presidência considerasse haver tal ameaça, poderia fazer uso desse mecanismo (o que não ocorreu).

Prazos e procedimentos

Quanto ao prazo, o Estado de Defesa tem um prazo máximo de 30 dias, prorrogável (uma única vez) por igual período, desde que persista a situação que o motivou. A limitação a uma prorrogação merece destaque, pois, como veremos, a persistência da situação de crise mesmo após a prorrogação do prazo possibilitará o acionamento do Estado de Sítio (aqui vislumbramos uma das diferenças entre os dois mecanismos, sendo possível concluir que o primeiro possui uma abrangência mais restrita).

No que se refere aos procedimentos, o Estado de Defesa é de competência do Presidente da República, que o aciona mediante Decreto Presidencial. Esse decreto deve, obrigatoriamente, prever:
·          O prazo de duração (garantindo sua temporariedade);
·          A área abrangida (obrigatoriamente um local restrito e determinado);
·          As medidas coercitivas adotadas (que analisaremos a seguir).
Uma vez emitido o Decreto Presidencial, o Presidente deve enviar o ato, juntamente com suas justificativas, ao Congresso Nacional, no prazo de 24 horas. Caso o Congresso esteja em recesso, será convocado em um prazo de 05 dias, tendo um prazo de 10 dias para analisar a decisão presidencial.
Dessa forma, restam duas possibilidades: se o Congresso rejeitar a decisão, o Estado de Defesa será imediatamente interrompido; caso aprove, por maioria absoluta, deverá permanecer em funcionamento até que se encerre o Estado de Exceção.

Medidas Coercitivas

Em virtude da gravidade das situações que ensejam o Estado de Defesa, o Estado fica autorizado a adotar medidas coercitivas, meios relativamente violentos que, em situações de normalidade, violariam os direitos do cidadão. As medidas adotadas devem ser necessárias para resolver aquela situação específica e estão expressamente previstas na Constituição (o Presidente não pode adotar qualquer medida que não esteja prevista no artigo 136 ou que não seja necessária para solucionar a situação de crise).
Assim, o Decreto Presidencial pode prever a aplicação de uma ou mais das medidas abaixo:
·          Restrições aos Direitos de Reunião, mesmo que ocorridas no seio de associações legítimas;
·          Restrições ao Sigilo de Correspondência;
·          Restrições ao Sigilo de Comunicação Telegráfica e Telefônica;
·          Ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos, na hipótese de calamidade pública (nesse caso, a União deverá responder pelos danos e custos decorrentes).
A critério de exemplo, durante a vigência do Estado de Defesa, por uma rebelião que representasse grave e iminente instabilidade institucional, o Governo poderia violar a correspondência de indivíduos que, justificadamente, representassem ameaça à ordem pública ou à paz social.

O ESTADO DE SÍTIO

O Estado de Sítio, previsto no art. 137 da Constituição Federal, pode ser acionado em três hipóteses, com aplicações diferentes:
·          Comoção grave de repercussão nacional (inciso I, primeira parte);
·          Fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o Estado de Defesa (inciso I, parte final);
·          Declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira (inciso II).
Da mesma forma que no Estado de Defesa, o Estado de Sítio é decretado pelo Presidente da República, após ouvir os Conselhos da República e o Conselho da Defesa. Outra similaridade diz respeito à necessidade de relatar suas justificativas ao Congresso Nacional, que deve decidir por maioria absoluta, entretanto, uma diferença significativa reside no fato de que, no Estado de Sítio, a Constituição menciona a necessidade de autorização do Congresso. Dessa forma, o Congresso é consultado antes da decretação do Estado de Sítio, podendo impedir sua entrada em vigor.
Uma diferença a ser destacada é que, diferentemente do ocorrido com o Estado de Defesa, a CF/88 não menciona a necessidade de atingir “locais restritos e determinados”. De fato, por abranger situações de repercussão nacional, não faria sentido incluir tal restrição.
Interessante notar que a Presidência de Artur Bernardes (1922-1926) se deu quase que inteiramente sob a vigência do Estado de Sítio, renovado sucessivamente pelo Presidente mineiro, o que demonstra que o Estado de Sítio não foi uma inovação trazida pela Constituição brasileira atual.

Prazos e procedimentos

Quanto aos prazos, a Constituição faz distinções entre as hipóteses para a decretação do Estado de Sítio, em que é possível perceber novas distinções com relação ao Estado de Defesa.
No caso do inciso I, em que a motivação para sua decretação foi comoção grave de repercussão nacional (primeira parte) ou a existência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o Estado de Defesa (parte final), o prazo inicial previsto é de não mais que 30 dias (similar ao do Estado de Defesa). Neste caso, a diferença reside na inexistência de limite para a quantidade de prorrogações, que devem ser feitas por igual prazo, até a normalização da situação.
Por sua vez, no caso do inciso II, em que haja estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira, o Estado de Sítio poderá durar enquanto perdurar a guerra ou agressão. Dessa forma, considerando que não seria possível antecipar a duração do conflito, o Decreto Presidencial não precisaria dizer seu prazo. Por outro lado, o Estado de Sítio continua sendo temporário e tendo seu prazo determinado, ainda que impreciso.
No que se refere aos procedimentos, o Estado de Sítio também é acionado por Decreto Presidencial, que deve prever: o prazo de duração; as normas necessárias para sua execução; e as garantias constitucionais que ficarão suspensas.
Diferentemente do que ocorre no Estado de Defesa, a CF/88 determina que o Congresso deve ser consultado previamente. Caso esteja em recesso, será convocado em um prazo de 05 dias. Dessa forma, restam duas possibilidades: se o Congresso rejeitar a decisão, o Estado de Sítio não entrará em vigor; caso aprove, por maioria absoluta, deverá permanecer em funcionamento até que se encerre o Estado de Exceção.

 

Garantias Constitucionais Suspensas

Aqui percebemos nova diferença entre os Estados de Defesa e Estado de Sítio, bem como entre as duas hipóteses de Estado de Sítio.

Na hipótese do inciso I do art. 137, sete medidas podem ser adotadas contra a população, não sendo permitidas outras não previstas. Assim, são possíveis durante o Estado de Sítio:
·          A obrigação de permanência em localidade determinada;
·          A detenção em edifício não destinado a acusados ou condenados por crimes comuns;
·          Restrições relativas à inviolabilidade da correspondência, ao sigilo das comunicações, à prestação de informações e à liberdade de imprensa, radiodifusão e televisão, na forma da lei;
·          A suspensão da liberdade de reunião;
·          A busca e apreensão em domicílio;
·          A intervenção nas empresas de serviços públicos;
·          A requisição de bens.
Na hipótese do inciso II, são possíveis as suspensões de quaisquer garantias constitucionais, desde que devidamente previstas no Decreto Presidencial, justificadas pelo Presidente da República e autorizadas pelo Congresso Nacional.

CONTROLE POLÍTICO E JURISDICIONAL DOS ESTADOS DE DEFESA E DE SÍTIO

Os Estados de Defesa e de Sítio são medidas excepcionais, as quais podem colocar em risco direitos e garantias fundamentais. Por esse motivo, devem ser adotadas apenas em situações de extrema necessidade e mediante um controle rigoroso dos Poderes Legislativo e Judiciário. Nesses casos, as formas de controle adotadas para os Estados de Defesa e de Sítio podem confundir-se, possuindo diversos elementos em comum.
Além do já mencionado controle imediato (realizado pelo Congresso imediatamente após a decretação do Estado de Defesa ou anteriormente ao Estado de Sítio), são previstas outras hipóteses de controle, de forma a evitar arbitrariedades.
Assim, durante os Estado de Defesa e de Sítio: a Mesa do Congresso Nacional deverá compor uma Comissão, composta por cinco membros, para acompanhar e fiscalizar a execução das medidas referentes ao Estado de Exceção em vigor; por sua vez, o Poder Judiciário continuará atuando, de forma a reprimir abusos e ilegalidades.
Ademais, uma vez encerrado o Estado de Defesa ou o Estado de Sítio, o Presidente relatará ao Congresso as providências adotadas, com relação nominal dos atingidos e das medidas utilizadas. Comprovada a ilegalidade em alguma das restrições adotadas, o Presidente poderá ser acionado por Crime de Responsabilidade.

A INTERVENÇÃO FEDERAL

A Intervenção Federal compreende um terceiro Estado de Exceção, que, entretanto, não pode ser confundido com os Estados de Defesa e de Sítio, merecendo um estudo à parte.
Resultado de imagem para Forças Armadas fazem operação no Jacarezinho (RJ), em 18 de fevereiro de 2018. Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
As Forças Armadas participam de uma operação com a Polícia Federal e as polícias estaduais na comunidade do Jacarezinho, na zona norte do Rio de Janeiro, em 18 de fevereiro de 2018. Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
Se a Constituição Federal determina que a República Federativa do Brasil é composta pela União, Estados, Municípios e Distrito Federal, conferindo autonomia a todos esses entes, a Intervenção Federal representa uma situação de anormalidade, quando é permitida a suspensão temporária dessa autonomia. Sendo um Estado de Exceção, a intervenção federal só pode ser acionada em casos específicos e quando não houver outra medida capaz de solucionar a questão.
Recentemente, essa medida foi utilizada no estado do Rio de Janeiro, pela primeira vez desde que a atual Constituição entrou em vigor. Quer entender melhor quais são suas características? Leia o próximo post do Politize!

TABELA SOBRE OS ESTADOS DE EXCEÇÃO

Como percebemos, os Estados de Exceção, embora não representem e não devam representar uma situação cotidiana em nosso país, são um tema complexo e vasto, que possuem alta relevância no contexto atual do país. Assim, uma análise mais detida fornece os subsídios para você realizar a sua própria análise acerca da validade dos procedimentos que vêm sendo adotados recentemente. Para te ajudar mais ainda, preparamos uma tabela comparativa de cada Estado de Exceção. Boa leitura!


estado de defesa, de sítio e intervenção federal

Conseguiu entender as diferenças legais entre cada Estado de Exceção? Comente! 

Postado do Blog Politize!
Politize!


http://www.politize.com.br/estado-de-defesa-estado-de-sitio-intervencao-federal/