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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

JEQUIÉ: PARENTES RASPAM A CABEÇA PARA APOIAR MULHER QUE LUTA CONTRA O CÂNCER.


Jequié: Parentes raspam a cabeça para apoiar mulher que luta contra o câncer; vídeo
Moema, Manoel da Feijoada e familiares

Uma mulher diagnosticada com linfoma em maio deste ano foi surpreendida por familiares que rasparam a cabeça em sinal de apoio à luta dela contra a doença. Imagens do momento em que um grupo de parentes chega à casa da professora Moema Almeida de Souza, de 48 anos, em Maracás, na Bahia, mostra a emoção do encontro. O vídeo, que já contabiliza mais de 87 mil visualizações, vem comovendo internautas desde que um dos irmãos dela, Emanoel Antônio de Souza, de 72 anos, as publicou no Facebook.

De acordo com ele, a decisão de várias pessoas da família tirarem os cabelos foi tomada para dar uma força para a caçula. O comerciante contou que dos 16 irmãos, 13 estão vivos. Entre eles, seis mulheres já rasparam a cabeça, além de alguns homens, incluindo o próprio Emanoel. No entanto, o número de quem já participa da ação supera o que está no vídeo.  O irmão de Moema contou que 15 parentes já estão carecas. Até mesmo Miguel, de 5 anos, neto de Moema, tirou os cabelos. Emanoel contou ainda que duas amigas da professora estão também combinando de seguir a mesma atitude.
— Cabelo não tem valor nenhum e é algo tão valorizado. Quisemos mostrar para ela que o nosso cabelo a gente corta e ele nasce de novo, e falamos: "O seu cabelo vai crescer junto com o nosso". Ela chorou na hora, mas foi de emoção. Temos uma ligação muito forte um com o outro. Qualquer coisa que a gente faz com amor é válido — afirmou.
Familiares de Moema rasparam a cabeça para apoiá-la durante a luta contra o câncer Familiares de Moema rasparam a cabeça para apoiá-la durante a luta contra o câncer
E ele frisou que só divulgou as imagens depois de pedir autorização da irmã.
— Depois do que fizemos, ela diz que renasceu. Está totalmente transformada. Moema ficou muito feliz e disse que podíamos divulgar. Foi uma mudança radical de imediato. Ela me ligou no outro dia, dizendo: "Eu renasci, sou outra mulher. Manoel, meu irmão, (o vídeo) já chegou em 30 mil visualizações". Eu acho que isso é uma grande coisa, porque ela estava muito nervosa. Mas na sexta retrasada (último 24 de novembro), foi pegar um exame em Salvador e a médica, chorou de emoção, dizendo que mais de 50% do tumor está morto e falou assim para ela: "Você, em nome de Jesus, só vem aqui depois para me visitar (e não para fazer o tratamento" — contou Emanoel.


Na cidade, a reação ao comportamento da família de Moema foi bem-recebida pelos habitantes.

— O pessoal na rua abraça ela, diz que que a atitude foi bonita. Isso serve de incentivo para outras famílias que estão passando pela mesma situação. Recebi duas ligações de pessoas que também têm parentes com a doença. Inclusive uma família daí de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, entrou em contato com a gente. Isso faz bem para a pessoa doente, dá um ânimo. E a pessoa que está doente é a principal pessoa que precisa receber alegria.
O combinado era que quem fosse raspar mesmo passasse na casa de uma das irmãs, chamada Naiara, de 70 anos. Segundo Emanoel, eles próprios rasparam os cabelos uns dos outros na última quarta-feira.
— Como Moema não estava esperando a visita, ela chamou a filha para que a ajudasse a se arrumar, então passou batom, colocou brinco e nós fomos para a praça depois da gravação do vídeo. Ficamos brincando na frente de uma vitrine como se fossemos manequins, por estarmos todos de cabeça raspada, de forma parecida com eles — contou. Algumas irmãs de Moema fizeram parte da ação conjunta 
Moema mora em Macarás, no interior da Bahia, a 87 quilômetros de Jequié, onde Emanoel vive há 44 anos, e a 350 quilômetros de Salvador, para onde ela precisa ir fazer o tratamento.
— Com a quimioterapia, ela se sente mal, fica tonta, mas o que mais atrasou a quimioterapia dela foi a imunidade baixa. Ela está muito abatidinha, mas com certeza ganhou ânimo depois de ver tanta gente a apoiando. Foi uma mudança radical de 100% na vida da minha irmã — disse o comerciante.
A professora costumava fazer um trabalho voluntário num Hospital de Jequié, mas, segundo seu irmão, precisou parar por causa do tratamento. (Marcos Cangussu)



Postado do Blog do Cant Charles Meira:

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