WEB RÁDIO JESUS A VIDA

sexta-feira, 31 de março de 2017

COM DIZERES COMO “DITADURA NUNCA MAIS”, CENTENAS DE MANIFESTANTES INGRESSARAM NO EDIFÍCIO LEGISLATIVO

Paraguai: manifestantes invadem Congresso após aprovação de reeleição presidencial


O Globo, Agências Internacionais
Um veículo da polícia é visto com vidros quebrados durante a manifestação contra a aprovação da reeleição, no Paraguai
Um veículo da polícia é visto com vidros quebrados durante a manifestação contra a aprovação da reeleição, no Paraguai Foto: JORGE ADORNO / REUTERS


ASSUNÇÃO — Manifestantes invadiram o Congresso do Paraguai após senadores, partidários do presidente Horacio Cartes, aprovarem nesta sexta-feira a reeleição presidencial em uma reunião a portas fechadas. Após a decisão, protestos tomaram as ruas da cidade causando confrontos com a polícia.
Com dizeres como “ditadura nunca mais”, centenas de manifestantes ingressaram no edifício legislativo destruindo portões, cercas e janelas. Segundo à AFP, os opositores entraram em escritórios de congressistas favoráveis à emenda, saquearam seus pertences e colocaram fogo em alguns setores.
Imagens da imprensa local mostravam vários homens ensanguentados e outros quebrando vidros de uma patrulha, enquanto uma ambulância levava alguns feridos ao hospital. Os manifestantes também jogaram pedras em frente à sede legistativa, sendo dispersados pela polícia paraguaia, que atirava com balas de borracha, e carros hidrantes.
A emenda constitucional deverá ser ratificada neste sábado pela Câmara dos Deputados, também controlada pelos governistas. Os senadores não votaram no plenário, mas sim em um gabinete do Congresso, diante da resistência de legisladores da oposição contra a medida.


Postado do Portal Extra:


Estudantes lotam pilotis da PUC-Rio em protesto contra a PEC 241

http://extra.globo.com/noticias/mundo/paraguai-manifestantes-invadem-congresso-apos-aprovacao-de-reeleicao-presidencial-21145291.html 

quinta-feira, 30 de março de 2017

PROFECIA CUMPRIDA: ÚLTIMOS JUDEUS DO IÊMEN FAZEM A ALIYAH PARA ISRAEL

Operação Tapete Mágico: Quem são estes que vêm voando como nuvens, e como pombas às suas janelas?   Isaías 60.8                                          



Meninas judias trazidas do Iémen para Israel são cumprimentadas
por um familiar em Beersheba
Em segredo, na sua maioria, desde os anos 1940 e com a ajuda dos EUA, o seu principal aliado, Israel fez várias operações para pôr a salvo judeus em países muçulmanos. O Iémen foi o último caso
"Talvez um dia façamos um filme. Estou a falar de uma operação secreta num ambiente hostil. Não é fácil transportar pessoas facilmente reconhecíveis como judeus", disse Yigal Palmor. Foi assim que o porta-voz da Agência Judaica (AJ) justificou, no passado dia 21 de março, o secretismo que envolveu a chegada a Israel de 19 judeus iemenitas.
Salman Dahari, o rabino da comunidade, estava entre os recém-chegados. Transportava os rolos da Torah que, disse, "passaram de pai para filho" na sua família e terão entre 500 e 600 anos de existência. Com a partida deste grupo, a comunidade judaica no Iémen, com cerca de dois mil anos, fica reduzida a umas meras 50 pessoas que quiseram ficar naquele país muçulmano, que vive em guerra há um ano.

Tapete Mágico
A chegada destes 19 judeus fecha um ciclo: foi do Iémen que partiu a primeira grande emigração judaica para Israel, de junho de 1949 a setembro de 1950, na "Operação Tapete Mágico" ou "Operação nas Asas das Águias".
Apresentada por Israel como absoluto sucesso e pela crítica como "fracasso que penalizou centenas de judeus iemenitas", a operação resgatou 49 mil judeus, dos 55 mil que viviam no Iémen e oito mil na colónia britânica de Aden. O seu transporte, de Aden até Israel, implicou 380 voos de aviões norte-americanos e britânicos.
Esther Meir-Giltzenstein, no livro O Êxodo dos Judeus Iemenitas, revela que eles "chegavam doentes e esfomeados ao campo de trânsito [sem condições] na cidade portuária de Aden, após caminharem centenas de quilómetros". Um total de 850 perderam a vida. E as mortes, em especial de crianças, continuaram em Israel por "incompetência no planeamento, apatia e abandono". "Por questões sanitárias", conta, as crianças eram retiradas aos pais; muitas morreram ou foram dadas como mortas e adotadas por casais sem filhos o que levou, depois, ao "caso das crianças iemenitas".

Ali Babá
Entre 1950 e 1952, Israel apostou na "redenção" dos judeus do Iraque, comunidade que se crê descendente de deportados da Judeia por Nabucodonosor em 586 a.C. Na década de 1940, contava com 135 mil pessoas, muitas delas foram perseguidas pelos muçulmanos após o Plano de Partilha das Nações Unidas em 1947 (divisão da Palestina em dois estados, judaico e árabe) e a criação de Israel.
É nesta conjuntura que Israel, criado com a intenção de ser um lar judaico, realiza a "Operação Ezra e Nehemiah" ou "Operação Ali Baba". Fá-lo em segredo, via Irão, porque o Iraque proibia a emigração judaica. Em 1950, Bagdad dá um ano aos judeus para saírem desde que renunciem à cidadania. Israel não perde tempo: os voos fazem-se via Chipre até 1951, depois são diretos. E quando a operação acaba em 1952, o Iraque tem só seis mil judeus.

Virgens sírias
A "ascensão" (à Terra Prometida), uma das traduções para aliyah, também ocorreu a partir da Síria. Em novembro de 1971, um comando da Mossad (serviços secretos externos israelitas) chegou à capital síria, Damasco. Tinha como missão resgatar jovens judias que não conseguiram fugir para Israel e, numa comunidade envelhecida, era difícil arranjar marido.
Algumas fugiram pelo Líbano; outras foram apanhadas, torturadas e mortas pela polícia de Hafez al-Assad (pai do atual presidente sírio Bashar al-Assad).
A notícia desta violência levou a primeira-ministra israelita da altura Golda Meir a decidir que o resgate das jovens seria feito por israelitas. Uma tarefa que agentes secretos consideraram menor, segundo o livro Mossad de Michael Bar-Zohar e Nissim Mishal, porque a Mossad "não é uma agência matrimonial"... Com a ajuda da Esquadrilha 13 da Marinha israelita, a "Operação Cobertor" acaba em abril de 1973 e fez sair da Síria 120 jovens judias.

Rainha do Sabá
"Se os israelitas tivessem ficado calados mais um mês, teria sido possível salvar todos os judeus da Etiópia", desabafou um responsável em Washington. Este desabafo, ou o ter ficado impressionado com a Operação Moisés, levou o então vice-presidente norte-americano George H.W. Bush (que depois seria presidente dos Estados Unidos entre 1989 e 1993) a agir.
Semanas após a gafe de Shimon Peres (primeiro-ministro de Israel entre 1977 e 1996), os Estados Unidos lançaram a Operação Rainha do Sabá: sete Hércules da Força Aérea aterraram no Sudão e agentes secretos da CIA que iam a bordo ajudaram ao resgate das cinco centenas de judeus etíopes que transportaram para a base militar israelita no deserto do Negev.

Operação Salomão
Este foi o resgate mais dramático de milhares de judeus da Etiópia, em plena guerra civil. Em maio de 1991, o governo etíope de Mengistu Haile Mariam estava à beira do colapso e fez um acordo de última hora com Israel por intermédio dos Estados Unidos: Israel pagaria 33 milhões de dólares pela saída dos judeus e os norte-americanos garantiam asilo político a responsáveis do governo de Adis Abeba. Um acordo de tréguas limitadas foi feito com os rebeldes que cercavam a capital.
Em 34 horas, 14 400 judeus "voaram" para Israel em aviões da companhia nacional israelita El Al e da Força Aérea do país. Bateu-se o recorde: um boeing 747 da El Al descolou de Adis Abeba com 1087 judeus a bordo; ao chegar a Israel levava 1088. Um bebé nasceu durante o voo.

Matéria Relacionada:

http://www.ultimosacontecimentos.com.br/artigos/profecia-cumprida-ultimos-judeus-do-iemen-fazem-a-aliyah-para-israel.html



Postado do Blog DN:

http://www.dn.pt/mundo/interior/as-operacoes-que-resgataram-milhares-de-judeus-de-paises-muculmanos-5143270.html

COMUNIDADE ESTÁ EM EMINENTE RISCO DE VIDA PEDE SOCORRO À PREFEITURA!


Moradores temem acidente mesmo admitindo não ser frequente a presença de aviões na área
RUA "A" PARQUE DA COLINA - JEQUIEZINHO


Moradores do Loteamento Parque da Colina, residentes próximo a uma antena da Operadora de Celular Oi, queixam-se da inexistência de lâmpada sinalizadora no topo do equipamento. Mesmo não acontecendo a presença regular de aviões no espaço aéreo de Jequié, os moradores advertem para a preocupação de que venha a ocorrer um acidente, a partir do choque de uma aeronave nessa torre, localizada em uma região de grande elevação. Um detalhe a ser levado em consideração é que, “as torres de celulares, radiodifusão e similares, com altura média de 50 metros do solo, devem dispor, obrigatoriamente de iluminação sinalizadora vermelha ou branca que brilham continuamente ou piscam”. Um dispositivo legal que deve ser cumprido pela empresa proprietária do equipamento e a exigência por parte do órgão concedente da instalação, no caso local, a Prefeitura.

Matéria Relacionada:

quarta-feira, 29 de março de 2017

PROCURA-SE MORADORA DE ITAGI QUE DESAPARECEU APÓS VISITAR MARIDO EM IPIAÚ

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Atualização: A jovem Maria Jeane Gomes Putumuju, de 23 anos, considerada desaparecida pelos seus familiares foi encontrada no final da tarde de quarta-feira (29), ao lado do Hospital Geral de Ipiaú. De acordo com o Blog Giro em Ipiaú, uma prima da jovem informou que “ela está com o psicológico abalado”. A reportagem apurou que  antes de sumir, Jeane teve uma discussão com o esposo, que trabalha de segurança no HGI. 

Fonte: http://www.jequiereporter.com.br/blog/2017/03/29/moradora-de-itagi-esta-desaparecida-apos-ir-a-ipiau-visitar-o-marido/


Está desaparecida desde a última segunda-feira (27) a jovem Maria Jeane Gomes Putumuju, de 23 anos. Segundo informou um primo dela ao GIRO, Jeane saiu de Itagi, onde reside, na manhã de segunda-feira com destino a Ipiaú. O familiar conta que ela esteve no Hospital Geral de Ipiaú, onde o seu marido presta serviços como segurança.
Ainda segundo o parente, após conversar com o esposo, Jeane saiu do HGI dizendo que iria retornar para sua cidade, e desde então, não manteve mais contato com os familiares. Por telefone, ela teria dito ao marido, alguns minutos depois de sair do HGI, que iria voltar para casa a pé. A família já realizou buscas nas rodovias que ligam Ipiaú à Itagi, mas até a publicação dessa matéria, ela ainda não tinha sido encontrada. Conforme relatos de Ramon, primo da desaparecida, Jeane tem dois filhos, um de 2 anos e outro de 4 anos. A família suspeita que ela tenha ter sofrido algum surto. Na última vez em que foi vista, a jovem estava trajando uma blusa rosa, um short preto e carregava uma mochila. Quem tiver informações do paradeiro de Maria Jeane pode entrar em contato com a família através dos telefones: (73) 99803-2960 / 99924-4490 ou com a Polícia Militar 190.

Giro Ipiaú

Postado do Blog Jequié Urgente:
Jequié Urgente


http://jequieurgente.com/procura-se-moradora-de-itagi-que-desapareceu-apos-visitar-marido-em-ipiau/

PREFEITURA DE JEQUIÉ CRIA COMITÊ EMERGENCIAL POR CONTA DAS FORTES CHUVAS...

A imagem pode conter: atividades ao ar livre
AVENIDA LANDULFO CARIBÉ - JEQUIEZINHO
A população de Jequié pode ligar durante todo o dia para o número 0800 071 1710 e fazer a sua solicitação e/ou informação de ocorrências.
Embora não tenha havido vítimas o Prefeito Sérgio da Gameleira decidiu criar o Comitê que reúne todas as Secretaria do Município a fim de que, se resolvam os problemas causados pelas fortes chuvas que desabaram sobre Jequié desde as primeiras horas da manhã desta quarta-feira (29/03).
Chuva forte derruba muro do aeroporto de Jequié e prefeitura cria o Comitê Emergencial
MURO DO AEROPORTO DE JEQUIÉ FOI DERRUBADO PELA CHUVA



Imagens:




segunda-feira, 27 de março de 2017

ATAQUE DE LULA A DELTAN OFICIALIZA GUERRA DO 'PT' CONTRA OS RELIGIOSOS

Ataque de Lula a Deltan oficializa guerra do PT contra os religiosos
*** LULA DA SILVA ***

Todos nós sabemos que os marxistas, em essência, odeiam a religião. Mas ao menos alguns deles dissimulam em público.
Lula anda muito enfezado com as toneladas de provas que o procurador Deltan Dallagnol levantou contra ele. É do jogo político que Lula fosse para o ataque, claro, principalmente em um momento no qual não possui evidências que o inocentem.
Todavia, ele saiu do tom ao atacar a religiosidade de Dallagnol, de modo totalmente gratuito e comprovando o extremo desrespeito dessa gente da extrema-esquerda para com os religiosos.
A partir de agora, um religioso que decidir votar em petistas merece sofrer escracho:
DÊ PAUSE NA WEB RÁDIO NO TOP DA HOME PAGE E ASSISTA AO VÍDEO


Postado do Blog Ceticismo Político:

site-logohttp://www.ceticismopolitico.com/ataque-de-lula-a-deltan-mostra-como-petistas-odeiam-os-religiosos/

domingo, 26 de março de 2017

PARA MARISA LOBO, O MEC ESTÁ IMPONDO UMA RELIGIÃO SATANISTA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PAÍS

Da Redação – Dermival Pereira

Marisa afirmou ainda que “o MEC faz campanha para não se falar em religião dentro da sala de aula, 
mas
aí eles falam do diabo que é uma religião satanista”


Psicóloga Marisa Lobo diz que livro com conteúdo que faz apologia ao diabo, distribuído pelo MEC, pode causar histeria psicológica em crianças.
A psicóloga Cristã e Cristã Marisa Lobo, uma das mais bem conceituadas do País, comentou durante entrevista concedida ao JM Notícia nesta quinta-feira, 9, acerca da distribuição do livro “A Máquina de Brincar” do autor Paulo Bentancur em escolas públicas, pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). O material paradidático vem causando polêmica e dividindo opiniões de pais, políticos e seguimentos religiosos, por supostamente abordar “conteúdo que faz apologia ao diabo”.
O Livro foi distribuído nas escolas públicas de Goiânia e gerou polêmica na Câmara de Vereadores, durante sessão desta semana. O tema foi levado a público pelo vereador Rogério Cruz (PRB) que apresentou requerimento assinado por 35 vereadores pedindo ao ministro da Educação, José Mendonça Filho, esclarecimentos sobre a adoção do livro “A Máquina de Brincar”.  Segundo o parlamentar, a obra faz “um culto a Satanás e debocha de Deus”. Eles também apresentaram uma nota de repúdio.
DESCONSTRUÇÃO
Marisa Lobo informou também sobre o conteúdo do livro: “embora eles tentem passar que é uma brincadeira, quando fazem essa invocação aos demônios, na verdade têm a clara intenção de desconstruir a fé em Deus, das crianças. Ele é feito para que as crianças vejam o diabo como uma pessoa boa, isso com a meta de desconstruir a fé em Deus que elas têm”, analisou.
“Então é uma luta de desconstrução da criança e da religião da sua fé para que ela crie conflitos dentro de casa. É um gerador de conflitos, e conflitos psicológicos também. Por quê? Porque as crianças aprendem sobre Deus, sobre fé, sobre religião, ainda mais Goiânia, que é uma cidade religiosa, que a maioria das pessoas tem fé cristã evangélica ou católica, e essas crianças que estão na escola”.
Para Marisa Lobo em sua entrevista ao JM Notícia, a ideia do MEC é a desconstrução social, sexual e de valores:
“Se forem ver em sala de aula, a grande maioria tem religião e tem fé em Deus, e aprenderam isso com a família. Então a ideia do MEC, desde a entrada do PT e sua permanência no poder, nos últimos 14 anos, é a desconstrução social, sexual, de valores. Para que isso seja atendido, tem que destruir a fé das crianças, porque destruindo a fé, destrói o poder superior, que é o controle social da própria criança”, disse.
De acordo com Marisa Lobo, a ideia é destruir a fé e posteriormente, usar outros artifícios.
“Destruindo a fé você entra com outros artifícios como a ideologia de gênero, por exemplo, com a questão da sexualidade antecipada, e com outras questões desfazendo a moral, porque primeiro tem que desfazer o princípio religioso da criança. E com isso, cria-se outros conflitos, que é o conflito coletivo, psicológico; isso cria uma histeria coletiva, gerando conflito pessoal, familiar, que eu creio que seja a intenção, e ninguém tem o direito de mexer na fé da criança que é sagrada, pois todas as vezes que se mexe com a espiritualidade da criança, gera uma histeria”, criticou.
Marisa afirmou ainda que “o MEC faz campanha para não se falar em religião dentro da sala de aula, mas aí eles falam do diabo que é uma religião satanista”.
RELIGÃO SATANISTA
Para Marisa Lobo, o MEC está impondo uma religião satanista nas escolas públicas do país:
“Então eles estão impondo uma religião satanista, não é um mito, como eles falam que Deus é um mito. Quem é a escola para dizer para à criança que Deus é mito, que Deus é ruim? Quem está colocando esses valores? Quem está escolhendo esse livro, que é um livro particular colocado como material paradidático dentro das escolas? Quem está fazendo isso? São pessoas que têm a clara intenção de participar dessa engenharia social que trará mudanças de paradigmas e de cultura para forçar a quebra da religião”, afirmou.
Ao JM Noticia, Marisa lembrou que o livro “A Máquina de Brincar”, do autor Paulo Bentancur, já existe nas escolas há mais de 4 anos, como existem outros livros como o que trata do kit bruxaria, no Mato Grosso, onde um vereador questionou o conteúdo do livro que ensina as crianças a fazerem bruxaria e fala de Deus como um ser mitológico e mal e o diabo como bonzinho:
“Isso é uma mudança de quebra de paradigmas, mudanças de cultura, isso é uma doutrinação satanista. O Satanismo acredita em Deus, mas o odeiam, e odeiam porque eles acham que o diabo é um coitadinho que foi expulso do paraíso. Eles querem destruir as raízes históricas de Deus, todas as pessoas que acreditam em Deus, têm que se levantar contra isso. Isso é a destruição da cultura brasileira, da religião. Como eles não podem fazer isso com os adultos, porque já tem uma fé formada, eles fazem isso com as crianças. Quem escolhe esses livros é cruel, porque escolheu para desconstruir a fé das crianças e aquilo que elas aprendem em casa”, finalizou.
Vereador Rogério Cruz (PRB)



Entenda
Após a distribuição do livro em escolas públicas de Goiânia, o assunto foi parar no parlamento municipal da cidade. O vereador Rogério Cruz (PRB) subiu à tribuna nessa terça-feira, 7, para apresentar requerimento assinado por 35 vereadores que pede ao ministro da Educação, José Mendonça Filho, que apresente esclarecimentos sobre a adoção do livro “A Máquina de Brincar” de Paulo Bentancur. Segundo ele, a obra faz “um culto a Satanás e debocha de Deus”. Eles também apresentaram uma nota de repúdio.
“O livro é dividido em duas partes: para ler no claro e para ler no escuro. É composto de vinte e cinco poemas onde o autor indica que são para curtir na primeira parte e bater os dentes atemorizados na segunda”, explica ele. “Também indica a leitura de páginas no escuro, páginas essas na cor preta com letras cor vermelho sangue onde fala de bruxas, fantasmas, e faz um verdadeiro culto a satanás e debocha de Deus”, prossegue.
Na opinião do parlamentar, o livro pode “assustar e traumatizar” as crianças, porque conteria ilustrações e textos inadequados. “Não é um material próprio para criança, pois tem ensinamentos de invocação ao diabo, tratando-se, na verdade, de um livro de terror e não se mostra de cunho pedagógico”, pontua o vereador.
Postado do Blog JM Notícias:

THALLES ROBERTO SE ARREPENDE, PEDE PERDÃO EM LIVE (COMPLETO)

Após viver momentos polêmicos no decorrer de sua vida ministerial de louvou o Cantor Thalles Roberto reconhece seu erro e vem a público se retratar perante seus amigos, companheiros cantores, pastores, fãs e todos que ele acabou ofendendo.
Para que possas ouvir seu testemunho e pedido de perdão DÊ PAUSE NA WEB RÁDIO acima e veja o vídeo.

Se você gostou então compartilhe esta matéria com seus amigos. O perdão é divino e uma orientação do nosso bom Mestre Jesus Cristo, ... e perguntou: Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele ... 22 Jesus respondeu: "Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes ... 

Mateus 18:21-22 - Bíblia



sábado, 25 de março de 2017

O REI DAVI FOI CULPADO PELA MORTE DO LEVITA UZÁ PORQUE???

Porquê Uzá morreu ao tocar na arca da Aliança?


"Quando chegaram ao campo de debulhar cereais que pertencia a Quidom, os bois tropeçaram.
Então Uzá estendeu a mão e segurou a arca da aliança. 
Na mesma hora, o SENHOR ficou irado por Uzá ter tocado na arca e o matou.    
Ele morreu ali, na presença de Deus".                                1° Crônicas 13.9,10        


Por que Uzá tocou na arca ?
Pano de fundo histórico
A arca da aliança era o utensílio mais sagrado do Tabernáculo. Ela foi confeccionada de madeira de acácia, e recoberta de ouro, e ficava no lugar chamado Santo dos Santos, onde só era permitido o Sumo sacerdote entrar anualmente; no dia do “Yon Kippur”,que era o dia do perdão para a nação. Durante a peregrinação pelo deserto, Deus escolheu a tribo de Levi como sua herança. Observe como funcionou:

Cada família consagrava o primogênito masculino a Deus, este seria uma espécie de sacerdote do lar na ausência do pai de família.  Como Deus levantaria a partir de agora um exercito dentre os israelitas, Ele substitui os primogênitos de todas as tribos por uma tribo em especial, “A tribo de Levi” – Números 3.11-13.

Leví, filho de Jacó, foi pai de Gérson, Coate e Merari – Números 3. 17I Crônicas 6.1. Os filhos de Levi tornaram-se cabeças de família e clãs importantes no meio de Israel. Eles ficaram a cargo da guarda do Tabernáculo do deserto, como também de todo o processo religioso da nação. O Tabernáculo era o centro da adoração a Deus durante a peregrinação pelo deserto, e foram estabelecidos meios de transportes especiais para cada peça e cada móvel desse tão importante santuário.


a) - Os gersonitas ficavam à disposição para o serviço que fosse  solicitado e para o transporte de cargas; os gersonitas eram supervisionados por Itamar filho do sacerdote Arão. Utensílios a cargo dos gersonitas:
·          A tenda, as coberturas de dentro e de fora, a coberta de peles finas e a cortina da entrada.
·          As cortinas do pátio, a cortina da porta que ficava ao redor da tenda e do altar, as cordas e todos os objetos necessários ao serviço,  (Números 4.24-26).
b) - Os meraritas se encarregaram do transporte do Tabernáculo sob a supervisão de Itamar filho de Arão nas seguintes funções de transporte:
·         As tábuas, os cabos, as colunas, os pregos, e as bases da tenda com todos os seus  objetos e com tudo o que pertence ao seu serviço.
·         Foram entregue a cada homem desse clã, uma lista das coisas que ele deveria levar e prestar contas (Números  4.31,32).
c) - Quanto aos coatitas, seu serviço foi cuidar das coisas santíssimas, principalmente as que estavam no santuário.  Eles deveriam ser supervisionados pelo próprio sacerdote Arão e seus filhos, para que não entrassem no santuário quando estivesse sendo desarmado, nem tampouco para tocar nos objetos ou olhar para eles antes de serem envoltos nos tecidos determinados por Deus.

Ficou a cargo dos coatitas:

·         Candelabro, e seus apagadores, a mesa com todos seus talheres e os pães, o altar do incenso e seus acessórios, a pia de bronze, o altar do holocausto, o véu interior, e a ARCA  da aliança.
·         Utensílios pequenos de ouro, como o candelabro e suas lamparinas, as tesouras de cortar os pavios, os apagadores e as vasilhas de distribuir o azeite, eram todos envolvidos em pele fina, e atados às varas para serem carregados (Números 4.1-24).
Como eles transportavam?
·    Gersonitas – ganharam duas carroças e quatro bois para o serviço de transporte dos seus objetos (Números 7.7).
·    Meraritas – ganharam quatro carroças e oito bois para o transporte dos objetos sob seus cuidados (Números 7.8).
·     Coatitas – estes não receberam carros de bois para o transporte, porque sua missão era transportar a mobília sagrada nos ombros.
Podemos deduzir, a partir dessas informações, que os que receberam carros de bois para o transporte de objetos, podiam, não somente tocar em tais objetos ao longo da viagem, como deveriam estar atentos para que nenhum deles caísse do carro, pois cada um daria conta do que lhe foi confiado. O mesmo não é dito dos coatitas, estes deveriam transportar a mobília nos ombros por meio de varas, mas sem tocar neles, sob pena de morte (Números 4.15, 18).
A morte de Uzá
 Muito se questiona sobre Uzá, que embora sendo levita, foi punido com a morte por haver tocado na ARCA da aliança quando os bois tropeçaram no caminho a Jerusalém, no reinado de Davi.  Alguns apresentam as mais diversas justificativas e fazem aplicações com base no ocorrido, no entanto, boa parte das justificativas  e aplicações, simplesmente desconsideram fatos de bastante relevância no contexto histórico, por exemplo: a qual dos clãs levítico pertencia Uzá? Para transportar a Arca, não bastava ser levita, era necessário pertencer ao clã próprio para essa função, no caso, o clã dos coatitas.

Vamos entender o que aconteceu.

O ambiente era de festa, pois a ARCA estava sendo levada para Jerusalém. Como os levitas não tinham mais a função de transportar o tabernáculo (pois já estavam na terra) Davi organizou os levitas e lhes atribuiu varias funções como porteiros, ajudantes nos sacrifícios e, sobretudo a de cantores. Davi selecionou os melhores cantores e organizou a adoração por meio do louvor em Israel, até os descendentes de Coré, que foi o responsável pela rebelião no deserto, foram arrolados no coral, tendo como regente do primeiro coro Hemã, filho de Joel, que remonta a Corá, líder da rebelião contra Moisés no Êxodo (Números 16.32) os filhos de Corá que não pertenciam à rebelião do pai, e permaneceram vivos como consta no Capitulo 26.11 do mesmo livro de Números.

Dentre os levitas cantores, estava Uzá, que pertencia ao clã dos meraritas (I Crônicas 6.29,30). Os meraritas transportavam os objetos sagrados em carros de bois, e não havia proibição alguma sobre o tocar nos objetos que eles transportavam. No entanto, dois erros foram cometidos aqui, não somente por Davi, mas também por seus assessores: 
 Uzá não pertencia ao clã dos coatitas, portanto, não era o levita mais indicado para conduzir a ARCA até Jerusalém.
 A ARCA não deveria ser transportada em carros de bois, mas sobre os ombros dos coatitas.

Esses foram os erros principais da causa da morte de um levita que intentou agir corretamente mas que acabou cometendo um dos  mais graves sacrilégios dos tempos da Lei Mosaica, tocar em um objeto que aos judeus comuns, nem mesmo era permitido olhar.  
Postado há 10th April 2011 por Antipas Brasil


Postado do Blog Antípas:

sexta-feira, 24 de março de 2017

PULPITO NÃO É CASTELO DE COVARDES

Tenho acompanhado ao longo dos anos, significativas mudanças no meio da igreja brasileira, mais especificamente na denominação que faço parte desde minha conversão.

São pouco mais de 16 anos de conversão, dos quais confesso que nos últimos 5 anos posso realmente dizer que tenho amadurecido através do estudo constante da palavra de Deus, amadurecimento este que tem aberto os meus olhos para os inúmeros problemas da igreja, estudo obtido através da necessidade e dos problemas que temos observado, pois infelizmente nossas igrejas não nos incentivam ao estudo aplicado da palavra de Deus, somos incentivados sim à um estudo viciado.
Lembro-me da minha conversão em um culto de domingo, uma palavra de encorajamento pregada pelo pastor local, palavra de conforto, palavra de animo, meu coração até então endurecido pela minha geração e por ser criado em uma família católica/espirita fora transformado e através do poder da palavra pregada e da ação do Espirito Santo, não resisti e desde aquele dia me considero um cristão protestante.
O tempo vem passando e observo com pesar que as conversões não ocorrem mais, aquela igreja viva, atuante, eficaz, deu lugar a uma igreja preguiçosa, acomodada, individualista, o púlpito de onde saíra a palavra que até hoje arde em meu coração, deixou de ser um local de exclusiva pregação da palavra de Deus, focando nas almas, nas restaurações, nas conversões.
Em muitos lugares o púlpito virou apenas um palco onde homens com títulos eclesiásticos desferem seu veneno na igreja, ou para benefício próprio ou para obter resultados previamente estabelecidos.
O lugar que deveria ser usado para afagar, curar corações e almas feridas tem se tornado um verdadeiro tribunal do julgamento, onde palavras de condenação e maldição são proferidas por aqueles que deveriam abençoar, por aqueles que deveriam socorrer e cuidar do rebanho de Cristo.
A muitos anos atrás um amigo me disse a seguinte frase: “Púlpito não é castelo de covardes“, hoje entendo com clareza o que ele estava me dizendo, eu iniciava minha caminhada na fé, ele, já com alguns anos nesse caminho, talvez não sabia, mas já predizia aquilo que mais tarde se tornaria comum em nossas igrejas.
Poderia citar “n” passagens bíblicas para justificar tudo o que estamos passando, mas quero apenas expressar minha dor e tristeza por ver e sofrer com a falência eclesiástica de nossas igrejas e dos nossos púlpitos.
Oro para que uma nova geração se levante, não contaminada com tudo o que estamos vendo e vivendo, mas desejosa de fazer o novo de Deus, de restaurar o “templo” e o altar da verdadeira adoração.
Voltemos a Deus, voltemos ao evangelho.
Pense nisso.
Alex Domingos

Postado do blog de Alex Domingos: