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segunda-feira, 11 de julho de 2016

O MITO CONTRA A JARARACA...

Conservadores crescem no Brasil e querem a presidência; Jequié é destaque na Bahia


O Movimento Conservador está crescendo em ritmo acelerado por todo o Brasil. As ideias conservadoras sempre foram bem recebidas pela maioria da população, mas estava dispersa no sentimento coletivo dos brasileiros. A novidade é que os conservadores de hoje querem mais do que simplesmente existir. Eles valorizam a representação política nas diversas esferas de governo, e lutam, principalmente nas redes sociais, para promover o ideário conservador e suas principais figuras.

No Congresso Nacional, pelo menos dois conservadores aparecem na lista de possíveis candidatos à presidência da República em 2018. O mais destacado é o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que aparece na última pesquisa Ibope com 11% das intenções de voto. No começo de abril, o instituto Paraná Pesquisas mostrou que Bolsonaro ganha de Lula no Distrito Federal com uma vantagem de 6%. 14,3% dos eleitores do DF disseram votar no Mito (como Bolsonaro é chamado pelos milhões de fãs Brasil afora); apenas 8,5 votariam em Lula (que se autointitulou de jararaca).

O outro conservador cotado para o Planalto em 2018 é o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que faz duras críticas aos governos petistas e foi eleito pelos internautas o melhor senador da República em 2015, pelo Congresso em Foco. Também têm notável atuação no Congresso os deputados conservadores Eduardo Bolsonaro, filho de Jair, e Marcos Feliciano (ambos do PSC-SP) e o senador Magno Malta (PR-ES), nascido em Macarani, Bahia, mas eleito pelo Espírito Santo.

O filósofo político inglês Roger Scruton diz que "o conservadorismo advém de um sentimento que toda pessoa madura compartilha com facilidade: a consciência de que as coisas admiráveis são facilmente  destruídas, mas não são facilmente criadas." Por isso o conservador é guiado pela prudência e não por um conjunto de regras pré-definidas, como fazem os revolucionários, os quais, em nome de suas ideologias, dividem a sociedade e renegam todo o passado apostando num futuro naturalmente desconhecido que, no fim das contas, só será bom para os promotores da revolução. O conservadorismo não é uma ideologia, mas um modo natural de ser e de se relacionar com as pessoas no mundo.

Conservadores em Jequié

Jequié é hoje um dos principais centros difusores do Movimento Conservador na Bahia. São jequieenses os membros do diretório estadual do Partido Conservador (Cons), que ainda não disputa eleições mas já conta com núcleos em mais de 20 estados da federação. Nas redes sociais (Facebook e Watsapp), as defesas dos princípios conservadores são abertas e intensas, focando nas propostas do movimento, por um lado, e nas inconsistências internas dos grupos de esquerda, por outro.

Recentemente fiz um levantamento entre amigos meus e pessoas conhecidas que se declaram conservadoras, e que sabem o que isso quer dizer. Posso assegurar que em Jequié já passamos de uma centena. Uns militam mais, outros menos. Somos diferentes em vários aspectos, mas comungamos com a igualdade perante o Criador e/ou as leis humanas; com a centralidade da família; com o princípio da prudência nas tomadas das decisões; com o valor dos costumes e das convenções; com o senso de certo e errado; com a imperfeição humana; com a defesa da liberdade individual e econômica e da propriedade; e com a diminuição e descentralização do poder governamental.

James Meira

Postado do Blog de James Meira:
James Meira
http://jamesmeirajequie.blogspot.com.br/2016/05/conservadores-crescem-no-brasil-e.html

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