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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

CARTA À LIDERANÇA PENTECOSTAL

Domínio da Palavra e Equilíbrio...


O Obreiro deve ter cuidado com a doutrina. Paulo, escrevendo ao jovem obreiro Timóteos, afirma que haveria dias difíceis, quando a sã doutrina seria rejeitada e as pessoas dariam ouvidos á falsos mestres: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, pelo contrário, cercar-se-ão de mestres, segundo as suas próprias cobiças, como que sentido coceiras nos próprios ouvidos”, II Timóteo 4.3. Estamos vivendo estes dias, por isso é preciso é preciso preservarmos a doutrina.
Embora nem todos os mestres sejam pastores, é necessários que todos os pastores sejam também mestres, como ensina o apóstolo Paulo: “Convém, pois, que o bispo seja (...) apto para ensinar”, I Timóteo 3.2. Paulo associa o ministério pastoral ao de mestre: “E Ele mesmo deu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres”, Efésios 4.11.
Dentre as muitas atividades pastorais o ensino é parte predominante no ministério. É mais do que necessário. É indispensável. É uma responsabilidade. Não é em vão que na lista das exigências para os candidatos ao ministério pastoral o ensino aparece em destaque, I Timóteo 3.2.
O ensino sistemático e consistente da Palavra de Deus proporciona, entre outros fatores, algo que é fundamental para a fé – A maturidade cristã. A proposito, a razão pela qual foi instituído o ministério pastoral, junto com os demais de Efésios 4.11, foi exatamente objetivando a maturidade da Igreja. “Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério (...) até que chequemos à Unidade da Fé, (...) à varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”, Efésios 4.12 – 13.
Essa maturidade previne a entrada de heresias no seio das igrejas. Todo cristão biblicamente maduro tem condição e base suficiente para rejeitar os ensinamentos anti-bíblico, e refutá-los a Luz das Escrituras, porque deixa de ser como “meninos inconstantes, levados em rodas por todo o vento de doutrina”, Efésios 4.14.
O obreiro do Senhor deve também ser temperante, ter domínio próprio. Temperança (egkrateia, no grego) é o controle o domínio sobre os nossos próprios desejos e paixões. O cristão deve ter autocontrole sobre seus extintos e sentimentos, submetendo-os ao Espírito Santo. A Palavra de Deus fala sobre autocontrole ao refletir-se a fidelidade, aos votos conjugais e a pureza, I Coríntios 7.9 e Tito 1.8; 2.5.
O obreiro deve ser prudente e temperante, tanto em suas decisões como no trato com as pessoas. O destemperado, intempestivo, prejudica seu ministério. O bom obreiro tem, entre as suas virtudes, a temperança. Isso só é possível com o auxilio do Espirito Santo, Gálatas 5.22-25.

Pr. José Welington Bezerra da Costa
PRESIDENTE DA CONVENÇÃO GERAL
DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL


Extraído do Manual do Obreiro
Ano 29 – nº 38




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