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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

PASTORES, AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS


(...) não disputam o poder eclesiástico num verdadeiro “vale tudo” ministerial.


 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.  (João 13:34-35)

Existem pastores que pregam sobre amor nas tribunas das igrejas que presidem, mas que não vivem o amor que pregam na relação com outros pastores. Dessa forma, não se enquadram no perfil de discípulos de Jesus. Sim, estou afirmando que é possível ter o cargo de pastor e não ser um verdadeiro discípulo de Jesus. 

Algumas atitudes demonstram claramente quando um pastor não manifesta amor pelo próximo, e principalmente quando este próximo é outro pastor.

Pastores que se amam não se invejam.

Pastores que se amam não se odeiam.

Pastores que se amam não se digladiam.

Pastores que se amam não se acusam.

Pastores que se amam não se apontam.

Pastores que se amam não se desconfiam.

Pastores que se amam não se caluniam.

Pastores que se amam não se agridem.

Pastores que se amam não se ameaçam.

Pastores que se amam não se processam.

Pastores que se amam não se derrubam.

Pastores que se ama não se traem.

Pastores que se amam não disputam o poder eclesiástico num verdadeiro “vale tudo” ministerial.

O amor precisar estar presente na vida do pastor que de fato é discípulo de Jesus, que pelo Mestre foi vocacionado, chamado e comissionado. 

Devemos na condição de pastores, amar os nossos companheiros de ministério, e o padrão desse amor é do tipo com o qual Jesus nos amou. O amor de Jesus fez com que ele suportasse fraquezas, perdoasse pecados, e investisse no crescimento integral dos seus discípulos. Precisamos na condição de pastores, vivermos esta realidade nas relações ministeriais. Precisamos na condição de pastores, sermos misericordiosos e bondosos uns para com os outros. Precisamos na condição de pastores, contribuirmos para o crescimento um dos outros.

O amor precisa estar presente não apenas nos púlpitos das igrejas onde o pastor prega e ensina, mas também nos púlpitos das sessões convencionais onde discursa, onde pede voto. O amor entre pastores precisa ser vivenciado em todas as circunstâncias e lugares.

Pastores, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. O pastor que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor (1 Jo 4:7-8).

Pastores, amemos uns aos outros para a glória de Deus, e para que todos conheçam que somos discípulos de Jesus.

Fonte: Blog do Pr. Altair Germano

Postado no Blog Casa de Levi:
Casa de Levi

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