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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ELEIÇÕES CGADB 2013 - Por Pr. Altair Germano


MUDANÇA, RENOVAÇÃO E ALTERNÂNCIA DE PODER? FALAR É FÁCIL!


Por Pr. Altair Germano

É preciso renovação!

É preciso abrir espaço para os novos líderes!

É preciso acabar com as gerontocracias ultrapassadas e dissonantes!

É preciso pensar no bem de todos!

As frases acima fazem parte de um artigo que me foi enviado por e-mail, e que deve ser publicado num jornal secular nos próximos dias. São frases de efeito que causam impacto emocional nos ouvintes ou leitores, mas que nem sempre são pronunciadas por quem de fato tem interesse em ver mudança, renovação e oportunidade para as novas lideranças. Particularmente, entendo que a mudança pela mudança não leva a nada, não produz os resultados desejáveis. 

Interessante, é que muitos daqueles que desejam mudanças no poder de algumas instituições, não desejam o mesmo nas instituições que presidem. Muitos dos que falam em mudanças na presidência da CGADB não largam de maneira alguma a presidência de suas igrejas locais e Convenções Estaduais, se perpetuando no cargo e caminhando em direção a sua própria gerontocracia.

Quero dar uma sugestão para quem usa destes discursos "democráticos" em nome do bem das instituições: comece mudando o seu próprio Estatuto, e crie cláusulas que não lhe permitam a reeleição no próximo pleito local ou estadual. Se o vosso cargo for vitalício, abra mão disso e promova a alternância no poder. Falar é fácil!

O que deveria de fato se discutir e analisar não é a questão do tempo que alguém passa no poder, mas se esse tempo, longo ou curto, tem promovido o bem maior para a instituição ou organização, se a mesma se mantém relevante e focada em seus propósitos e sua missão. Se as coisas estiverem bem, a mudança é desnecessária. O contrário também é verdadeiro.

Mudança, renovação e alternância de poder? Falar é fácil!

  
AMIGOS DO PRESIDENTE OU CGADB PARA TODOS?

  
Tenho ouvido e lido algumas críticas sobre a escolha do nome "Amigos do Presidente" para a chapa encabeçada pelo pastor José Wellington B. da Costa, que concorrerá à presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil - CGADB nas próximas eleições. Os comentários giram em torno da seguinte inquirição: aqueles que não são "amigos do presidente" são seus inimigos? Com certeza a ideia que se deseja transmitir não é esta. De qualquer forma, como opinião pessoal, escolheria outro nome para a chapa, menos personalista e mais institucional.

A outra chapa (ou equipe), encabeçada pelo pastor Samuel Câmara (lembrando que o voto é por cargo) recebe o nome de "CGADB para todos", e de imediato suscita também uma questão: a CGADB atualmente não é de todos e para todos os seus ministros associados? Entendo que sim. São vários os cargos, ocupados por representantes de todas as regiões do Brasil, desde os da Mesa Diretora, como também os que passam pelos Conselhos e Comissões. Só não tem cargo para todos os associados, pois isto é inviável do ponto de vista organizacional e administrativo. Da mesma maneira que no primeiro caso, escolheria outro nome para a chapa, algo mais condizente com a realidade da instituição.

Onde quero chegar com os meus comentários? Bom, o que desejo afirmar é que o que menos vai pesar nas próximas eleições da CGADB são os nomes das chapas. Quem decidirá o pleito é o voto daqueles que comparecerão às urnas, exercendo assim o seu direito estatutário e convencional, com uma livre consciência, e com uma forte convicção em suas escolhas.

Sou amigo do presidente, e faço parte de uma CGADB para todos.

Fonte: Blog do Pr. Altair Germano

Postado no Blog Casa de Levi:
Casa de Levi



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