WEB RÁDIO JESUS A VIDA

sábado, 23 de junho de 2012

ADVOGADO DOS ATIVISTAS GAYS OS ABANDONA APÓS ACEITAR JESUS E PASSA A DEFENDER A BÍBLIA.






Enéas Castilho Chiarini Júnioradvogado e árbitro em Pouso Alegre (MG), especialista em Direito Constitucional pelo Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (IBDC) em parceria com a Faculdade de Direito do Sul de Minas Gerais (FDSM) é capacitado para exercer as funções de árbitro/mediador pela Sociedade Brasileira para Difusão da Mediação e Arbitragem (SBDA) e membro fundador da Câmara de Mediação e Arbitragem do Sul de Minas (Camasul), o mesmo era um dos maiores e mais ferrenhos defensores da causa homossexual no Brasil e no mundo. Após a leitura da Bíblia e seu encontro real com Deus, mudou de opinião e passou a defender a vontade de Deus na questão em apreço.


Destaco alguns trechos do conteúdo profundo e extenso postado no conceituado site jurídico JUS NAVIGANDI, constando de três páginas e com ênfase nos seguintes tópicos:

1- Direito e Religião
2- O que a Bíblia verdadeiramente diz sobre a homossexualidade
3- Homossexualidade e direito: uma nova visão
4- Considerações finais.

Acesse-o conteúdo completo no site clique aqui

"Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem." (Romanos 1:32)


Introdução
O presente autor, nos últimos meses, passou por uma profunda transformação espiritual, vindo a aceitar o Senhor Jesus como seu único e suficiente Senhor e Salvador.
O problema reside no fato de que o mesmo possui vários trabalhos em defesa da juridicidade da união homoafetiva, o que não condiz com a crença que passou a proferir.
Um vez que a Bíblia Sagrada adverte que "aquele que sabe fazer o bem e o não faz, comete pecado" (Tiago 4:17), não poderia me escusar em trazer a verdade, em tentar desfazer o equívoco que cometi no passado, combatendo o que antes defendia.
Assim como o apóstolo Paulo, o qual após uma vida de perseguição aos cristãos passou a proferir a crença que antes combatia abertamente, o autor, como fruto de uma profunda transformação sofrida por uma real experiência vivida com Deus, sentiu a necessidade de rever seu posicionamento jurídico a respeito do assunto.
Assim, não negando que anteriormente o autor era um dos mais ferrenhos defensores da união homoafetiva, e sem se esquecer dos argumentos jurídicos tão concisos e verdadeiros que trouxe para defender sua posição, o autor irá demonstrar, com argumentos jurídicos, que seu anterior posicionamento, além de não condizer com as verdades sagradas descritas na Bíblia, também podem ser afastados através de argumentos jurídicos.


Homossexualidade e os Direitos Humanos (Fundamentais)

Porém, deve-se lembrar de que o fim do Direito é o bem-estar dos indivíduos.

Segundo os ensinamentos bíblicos, os prazeres cristãos não são os deste mundo, mas os da vida eterna conquistada após a morte. Os prazeres desta vida seriam insignificantes perto das coisas que estariam reservadas aos que aceitarem Jesus Cristo como seu único e suficiente Senhor e salvador. Como disse Paulo: "Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para se comparar com a glória que em nós há de ser revelada." (Romanos 8:18),pois, "[...] como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam" (I Coríntios 2:9).

Assim, obem-estar humano que deve ser buscado pelo Direito não deve se resumir apenas no bem-estar físico, corpóreo, resumido a esta vida terrena, mas, sobretudo,deve ser buscado, também, o bem-estar futuro, da salvação, da vida após a morte.

É claro que também se deve, na medida do possível, buscar-se o bem-estar nesta vida, mas, em caso de contradição entre o bem-estar desta vida, e a salvação das almas, o Direito deve, por natureza própria, buscar o bem-estar "post mortem", uma vez que este é eterno, e não efêmero como os prazeres desta vida.

Assim, pela própria natureza do Direito, o qual existe para buscar o bem-estar dos homens, é impossível que este dê preferência para o bem-estar terreno, em detrimento do bem-estar eterno.

Desta forma, o Direito Humano (Fundamental) por excelência é, e deverá ser, o direito à salvação de sua alma. Este deve ser o cerne de todos os outros direitos humanos (fundamentais), e deve ser superior a todos os demais.

Desta forma, o direito à salvação deve ser, sobretudo, inalienável sob qualquer hipótese – exceto em face à liberdade individual, posto que aos seres humanos foi dado por Deus o livre-arbítrio –, e não deve, nem mesmo, estar sujeito ao princípio da proporcionalidade, uma vez que, em caso de choque entre o direito à salvação e qualquer outro direito, este deve ser preservado na íntegra, sacrificando-se por completo todo e qualquer direito que seja com ele incompatível.

Ora, por tudo o que foi exposto ao se esclarecer acerca da verdadeira visão bíblica da homossexualidade, percebe-se, claramente, que a prática de atos homossexuais são absolutamente incompatíveis com a salvação das almas, de forma que o Direito, de forma alguma, pode compactuar com atitudes que venham incentivar a perda da salvação.

É claro que o direito à liberdade deve, também, ser preservado, de forma que aqueles que quiserem se entregar às práticas homossexuais devem ter o direito de, por vontade própria, se entregarem a tais práticas, pois a nós seres humanos não nos cabe julgar uns aos outros, pois "quem és tu, que julgas o servo alheio? [...]" (Romanos 14:4) "Mas tu, por que julgas teu irmão? Outro, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo." (Romanos 14:10) "De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus." (Romanos 14:12).

Assim, o Direito, apesar de ter que conservar o livre-arbítrio dos seres humanos, não pode compactuar, muito menos incentivar, atos que conduzam à perdição eterna. Pois como já dito antes, serão condenados aqueles que "[...] não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem" (Romanos 1:32).

Ou seja, aqueles que sejam homossexuais deveriam ser aconselhados por representantes religiosos de igrejas Evangélicas para que possam ter o contato com a verdade, e, se depois disto, por livre vontade, intentarem permanecer no pecado, que assim seja. Mas, em hipótese alguma, o Direito poderá abrir a possibilidade do reconhecimento jurídico das uniões entre pessoas de mesmo sexo, uma vez que tal entendimento vai de encontro com tudo o que resumidamente se expôs sobre o entendimento bíblico acerca da homossexualidade. Tudo em prol do direito inalienável, irrenunciável e imprescritível à salvação.


Nota do Blog: Se possível, entre em contato com o autor pelo seu Email diponibilizado no site Jus Navigandi, lhe parabenizando e encorajando a perseverar na fé que uma vez foi dada aos santos e afirmando que a Igreja do Senhor estará orando continuamente por ele a Deus e família, a partir de agora. Que o mesmo não tema os contra-ataques do diabo pois, "as portas do inferno, não prevalecerão contra minha Igreja", disse Jesus. E que sua posição firme é digna de um herói que ecoará na eternidade, assegurada que está a sua maior recompensa. Eu mandarei o meu.


Postado no Blog Somente a Verdade:
http://resistenciacristaj.blogspot.com.br/2011/01/advogado-dos-ativistas-gays-os-abandona.html



Um comentário:

Muito agradecido pela sua visita. Deus o abençoe.
Thank you very much for your visit. God bless you.
Большое спасибо за ваш визит. Да благословит вас Бог.
Vielen Dank für Ihren Besuch. Gott segne dich.