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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

BANCADA EVANGÉLICA SE DESTACA E GANHA PODER DE INFLUÊNCIA NO CONGRESSO:


“Evangélicos suprem onde o governo falha”, afirma jornalista
Durante o ano de 2011 a bancada evangélica no Congresso Nacional chamou bastante atenção com sua atuação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.  Nas últimas eleições (2010), cresceu mais de 50% e tem conseguido algumas vitórias em assuntos que suscitam polêmicas.
Bancada evangélica se destaca e ganha poder de influência no Congresso: “Evangélicos suprem onde o governo falha”, afirma jornalista
A Revista “O Viés” publicou matéria sobre a bancada evangélica, que não se limita a partidos ou correntes partidárias, e que dentre outros temas, tem lutado para enterrar projetos de lei como o PL 122.

Há casos que a bancada evangélica consegue o apoio dos parlamentares ligados à bancada católica. Geralmente, isso acontece em temas que o cristianismo é ferido em um âmbito que abrange todas as correntes cristãs.
A matéria “Um Estado laico com bancada evangélica” relata a ação dos deputados que formam a terceira maior bancada do Congresso: “Evangélicos preenchem buracos, suprem onde o governo falha e daí conseguem apoio fácil, a militância LGBT, assim como várias outras dos movimentos sociais, no geral, é submissa a um modelo, grande parte dela está partidarizada e com prioridades nada ligadas à causa que deveria defender”, escreve Felipe Severo, jornalista responsável pela matéria.
Em uma crítica explícita à atuação dos parlamentares evangélicos, o jornalista afirma que a bancada evangélica “tem feito o monitoramento de 368 projetos da Câmara e do Senado, a maioria referente a questões de direitos individuais, e agido não de acordo com o programa dos seus partidos, legalmente constituídos e pelos quais foram eleitos, mas sim pelas orientações religiosas a que professam”.
Entre os projetos mais polêmicos que tiveram atuação dos parlamentares evangélicos estão a chamada “Bolsa-Estupro” (que prevê um salário mínimo durante dezoito anos para mulheres estupradas que optem por não abortar), Lei da Palmada (prevê pena para pais que castiguem seus filhos como forma de correção. Neste caso a bancada queria que o projeto tivesse profundas alterações, mas conseguiu apenas mudanças superficiais) e o PL 122 (criminalização da homofobia. A bancada está obstruindo o projeto para que a liberdade de culto seja garantida).
Confira abaixo a íntegra da matéria da Revista “O Viés”:
Postado no Blog Notícias Gospel +:

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