WEB RÁDIO JESUS A VIDA

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A VIDA PRÁTICA ENSINADA POR JESUS CRISTO


Grande parte dos ensinamentos éticos de Jesus está contida no chamado Sermão do Monte (Mateus 5, 6 e 7). Ali são enunciadas normas éticas para a vida pessoal, familiar, social, religiosa e econômica.
Uma mensagem que inclui a prática da justiça e o dar esmolas. Uma mensagem que manda os discípulos assumirem a vida como sal para a terra, luz para o mundo, e colocando essa luz nos lugares mais altos do mundo.
A ética social apregoada pelo Mestre Jesus é uma mensagem para a vida, e não para a morte. Uma mensagem que não é fuga da História, mas vivência na História.
É verdade que há uma grande dimensão espiritual no texto, e a promessa de galardão na vida após a morte, nos céus, onde estão os profetas que viveram e foram perseguidos antes de nós.
Há uma exaltação e um apoio ao cultivo de virtudes morais e espirituais. Entretanto, o texto não deve ser espiritualizado. Apesar de sua profundidade de riqueza para a alma do homem, Jesus falava a uma multidão que conhecia e tinha necessidades materiais, e ele trazia uma palavra de apoio, uma promessa de solução para essas necessidades materiais.
O Sermão do Monte deve ser entendido não só como consolação no céu, mas também no reino de Deus, que é um reino histórico. No milênio, na Nova Jerusalém, todos esses problemas serão solucionados, mas na História se ensaia e se promove essas soluções.
A Igreja - e os cristãos – são agentes desse Reino no presente. As carências fundamentais, básicas, são espirituais e de solução espiritual. As carências materiais, porém, também existem, e estão presentes na vida material do homem (de carne e osso) e sua solução é também material, embora espiritualmente motivada e orientada.
Quando Jesus fala nos frutos do arrependimento, ensina: “Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem; e quem tiver comida faça o mesmo” (Lucas 3.11).
O cristão não pode ficar insensível diante do necessitado, mas é seu dever acudí-lo. “Porque tive fome e não me deste de comer; tive sede e não me deste de beber; sendo forasteiro, não me hospedaste; estando nu, não me vestiste; achando-me enfermo e preso, não foste ver-me. Em verdade vos digo que sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixaste de fazer” (Mateus 19.41-46).
É importante observar que, no contexto, Jesus está falando de salvação e perdição, e a isto afirma como sinal na vida do salvo dizendo que ao negligenciarmos o pobre, estamos negligenciando a Ele mesmo.
Sigamos o ensino do Mestre!


Pr. Josué Batista
prjosuebatista.blogspot.com

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