WEB RÁDIO JESUS A VIDA

quarta-feira, 18 de julho de 2018

DOENÇA SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL POUCO CONHECIDA SE ALASTRA

Podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais, entre outros danos à saúde


Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus.
Doença sexualmente transmissível pouco conhecida se alastra
CAMISINHAS SÃO GRATUITAS NA REDE DE SAÚDE
A Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, já tem se mostrado resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o quadro vire um caso de emergência pública.
O esforço é para identificar e tratar a bactéria de forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, com o uso de camisinha.
O que é a MG?
A Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado.
Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.
Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos - o útero e as trompas de falópio - provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade, ou seja, dificuldade para ter filhos.
A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas.
E pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a Clamídia, que é mais frequente no Brasil.

Preocupação
A ascensão da MG ocorre principalmente no continente europeu, mas, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que monitora a bactéria tanto pelo aumento da prevalência quanto pelo aumento da resistência antimicrobiana.
Como a infecção por essa bactéria não é de notificação compulsória no país, ou seja, as secretarias de saúde dos Estados e municípios não são obrigadas a informar os casos, não se sabe quantas são as pessoas atingidas.
No entanto, segundo o Ministério da Saúde, estudos regionais demonstram que ela "é muito menos frequente que outros agentes como a N. gonorrhoeae (responsável pela gonorreia) e Chlamydia trachomatis (responsável pela clamídia) - que, quando não tratadas, também podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais, entre outros danos à saúde.
No Reino Unido, por outro lado, o quadro preocupa, segundo a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH, da sigla em inglês).
A associação afirma que as taxas de erradicação da bactéria após o tratamento com um grupo de antibióticos chamados macrolídeos estão diminuindo.
E que a resistência da MG a esses antibióticos é estimada em cerca de 40% no Reino Unido.
Um outro tipo de antibiótico, porém, a azitromicina, ainda funciona na maioria dos casos.

Diretrizes
Novas diretrizes detalhando a melhor forma de identificar e tratar a MG estão sendo lançadas, nesse contexto, no Reino Unido.
Já existem testes para detectar a bactéria, mas eles ainda não estão disponíveis em todas as clínicas da Inglaterra, onde os médicos podem, entretanto, enviar amostras para o laboratório da Public Health England - a agência executiva do Departamento de Saúde e Assistência Social - para obter um diagnóstico.
Peter Greenhouse, especialista em DSTs, recomenda às pessoas que tomem precauções.
"Já é hora de o público aprender sobre a Mycoplasma genitalium", disse ele. "É mais um bom motivo para por camisinhas nas malas das férias de verão - e realmente usá-las."
No Brasil, o Ministério da Saúde afirma que "a realidade ainda é muito diferente da Inglaterra", mas que é necessário identificar os casos e tratá-los "para interromper a cadeia de transmissão".
"Vale destacar que a camisinha masculina ou feminina é fornecida gratuitamente pelo Sistema único de Saúde (SUS), podendo ser retirada nas unidades de saúde de todo o país", lembra.
G1 

Postado do Blog PB Agora:

segunda-feira, 16 de julho de 2018

FIQUE DE OLHO NO ABASTECIMENTO DE SEU VEÍCULO, VOCÊ PODE ESTAR SENDO FURTADO NA BOMBA...

Não acreditar?  Mas está acontecendo o milagre da multiplicação!



Resultado de imagem para ALERTA AO CONSUMIDO CDC

Lembrando de um vídeo que fora postado nas redes sociais durante a maior greve realizada no Brasil pelo Motoristas Caminhoneiros, no mês de maio do ano em curso onde o motorista de um automóvel de passeio retrata que durante o abastecimento por ele realizado, a bomba do referido posto inseriu no tanque quantidade superior a capacidade indicada pelo fabricante do veículo (Abastecimento irregular 106 litros num tanque de 62 litros: https://www.youtube.com/watch?v=eLQMHNq6Yts). 
Em uma viagem à Camaçari - Bahia, realizei um abastecimento naquela cidade e para minha surpresa o tanque do Nissan Versa (Ficha Técnica: https://www.carrosnaweb.com.br/fichadetalhe.asp?codigo=3713) que tem a Capacidade de 41 litros, o bombeiro conseguiu a proeza de colocar 44 litros (Mesmo o carro ainda tendo uma reserva de combustível no tanque).
Bem como, o abastecimentos realizados em Jequié e Irecê por meu filho em um referido posto igualmente aconteceu! Diante de tal dilema fica a pergunta: QUEM ESTÁ ERRADO O FABRICANTE OU OS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS?
Após contato com o IBAMETRO - Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (http://www.ibametro.ba.gov.br/), em outros estados são os IPEM's - Institutos de Pesos e Medidas, onde circunstanciamos o fato ocorrido, recebemos a seguinte instrução inicial. Que, ao perceber alguma anomalia no procedimento ao abastecer seu veículo, solicite que o frentista faça o "Teste para Aferir" a quantidade de Combustível em um Recipiente Próprio, denominado de MEDIDA DE VOLUME que nada mais é, que uma medida 20 litros Certificada e com Validade, para realização de conferência, nele você vai solicitar um Teste em Alta (Pressão Máxima da Bomba) e outro Teste em Baixa (Pressão Mínima da Bomba).
Estando os testes de acordo, tudo bem. Mas, havendo divergências ou negativa de que não tem o recipiente (Medida de Capacidade) para o teste, faça a denuncia através do Disque-denuncia 0800 071-1888 IBAMETRO (Na Bahia) ou via Disque-denuncia da ANP - Agência Nacional de Petroleio.
Convido você nesta Campanha Contra Corrupção nos Postos de Combustíveis, exija seu Cupom Fiscal e quando possível faça sua filmagem e Denuncie as Não Conformidades. E, finalizo observando que você vai perceber com mais clareza quando o tanque estiver quase vazio.




Canal do YouTube:


Imagem ANP – Placa Adesiva Alerta Volume de Combustível::

ADVOGADO DESAPARECIDO E FAMÍLIA BUSCA AJUDA PARA ENCONTRÁ-LO...

PROCURA-SE

ADVOGADO FERNANDO MELO - EUNÁPOLIS - BAHIA
Um advogado de 23 anos que mora na cidade de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, está desaparecido há cerca de cinco dias. De acordo com familiares, Fernando Melo foi pela última vez na terça-feira (10), na rodoviária do município, quando embarcou em um ônibus com destino a Vitória da Conquista, no sudoeste baiano.
O desaparecimento do jovem foi registrado na Delegacia de Eunápolis na sexta-feira (13). Em contato com o G1, familiares disseram que, até a noite deste domingo (15), não conseguiram falar com Fernando.
O rapaz mora sozinho a cerca de 4 meses e não tem o hábito de ficar muito tempo sem se comunicar com a família. O celular do rapaz parece estar desligado, segundo informações de familiares.
Parentes e amigos já fizeram buscas em possíveis locais onde o rapaz trabalharia, hospitais e no IML, mas não tiveram sucesso. Os familiares também estiveram no apartamento onde Fernando mora e constataram que todas as roupas e outros pertences dele, como o notbook, por exemplo, estão no imóvel.
Quem tiver informações sobre Fernando Melo pode entrar em contato com a Delegacia de Eunápolis pelo telefone (73) 3281-3695.

Postado do Blog Jequié Urgente:
Jequié Urgente

http://www.jequieurgente.com/advogado-de-23-anos-desaparece-no-extremo-sul-da-bahia-e-familia-esta-desesperada/

domingo, 15 de julho de 2018

CRENTES ASSASSINOS

Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros...

Por Adiel Teófilo.


Tem gente que diz ser cristão, porém se comporta como assassino. Isso mesmo, homicida, por causa dos maus sentimentos que alimenta em seu próprio coração. A Bíblia Sagrada é que nos mostra com franqueza esta verdade: “Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino;” (I João 3.15). 

E esse mesmo versículo aponta qual é a consequência dessa má atitude contra o próximo: “ora, vós sabeis que todo assassino não tem a vida eterna permanente em si.” Com efeito, não tem parte e nem comunhão com Deus, porque “se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.” (I João 4.20)  

Há crentes que, infelizmente, estão matando o próximo. Cumpre-se assim, em todos os sentidos, até mesmo dentro do arraial evangélico, a predição de Mateus 24.9-10: “Então sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros”. E as armas empregadas nesse genocídio nem sempre derramam sangue, mas ferem gravemente a alma. São capazes de agredir com violência a autoestima de alguém e tirar completamente a alegria de viver.

Por causa disso e conhecendo muito bem o intento do coração humano, o Senhor Jesus nos adverte em Mateus 5.21-22: “todo aquele que sem motivo se irar contra o seu irmão será réu de juízo”. Isto é, estará sujeito a julgamento, tanto quanto o homicida, que tira a vida do próximo. Alerta-nos também que se alguém “proferir um insulto contra seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal”, na outra versão, “será réu do sinédrio”. Ou seja, em razão da gravidade dessa ofensa, o agressor deverá ser julgado por uma instância superior e com todo o rigor da lei.
E ainda, no supracitado versículo, chama-nos a atenção: “qualquer que lhe disser: Louco(tolo), será réu do fogo do inferno”. Isso quer dizer que, se alguém proferir uma injúria tal como essa, que menospreza e humilha o outro, o juízo de Deus já está determinado e será bem mais severo. De fato, os assassinos não herdarão o Reino de Deus, pois ficarão de fora da Nova Jerusalém que descerá do Céu (Gálatas 5.21, Apocalipse 3.12 e 22.15).

Diante disso, precisamos ter coração limpo e refrear a nossa língua para não proferir nenhum mal contra o próximo. Porque de dentro do coração dos homens é que procedem os maus pensamentos, os homicídios, as malícias, o dolo, a inveja e a soberba (Marcos 7.21-22). Contudo, bem-aventurado aquele que é limpo de coração, pois alcançará o privilégio de ver e estar para sempre com Deus (Mateus 5.8). Enfim, “a morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza comerá do seu fruto.” (Provérbios 18.21). Não sejamos, portanto, crentes homicidas!


DEFESA DO EVANGELHO 

Postado do Blog Defesa do Evangelho:


sábado, 14 de julho de 2018

SOU PASTOR SOMENTE! ISSO BASTA PARA VOCÊ?

O conhecimento que transforma o Pastorado em uma atividade secundária e paralela, e ainda, fonte de orgulho e soberba é realmente prejudicial.



Não desejo começar uma guerra. Não desejo magoar ninguém com meu escrito. Permitam-me o aparente abandono da modéstia (que aliás, não é meu forte), mas eu tenho o mesmo desejo que Lutero teve quando afixou as noventa e cinco teses nas portas da Catedral de Wittenberg, na Alemanha - provocar o debate, a discussão, em busca de novos e mais promissores caminhos e horizontes.

Quero deixar evidente que não sou absolutamente contra a academia. Eu a considero de crucial importância para a formação de profissionais de gabarito e que tenham o compromisso com um bom desempenho, uma boa performance. Tenho aversão á mediocridade. Talvez a busca da excelência produza algumas patologias psíquicas, espirituais e até físicas, mas se buscarmos a excelência com os pés no chão, com humildade, então chegaremos perto do nosso objetivo sem desenvolvermos enfermidades
É preciso que compreendamos que o problema não está na academia, mas sim nas motivações que levam alguns a viverem dentro dela fazendo dela uma forma de arrebanhar admiração e cortejos, elogios e tietagem.

Há alguns anos era bastante o Pastor Presbiteriano ter um curso de Bacharelado em Teologia. Hoje, pelo que tenho presenciado, isso já não é suficiente. É muito comum alguns Conselhos de Igrejas, ao fazerem contato com Pastores com vistas a convidá-los para participarem de um processo de transição Pastoral, pedirem o currículo. Nada de errado quanto a isso, é bom que se frise! A questão é que se o Pastor não tiver um curso de Mestrado, ou de Doutorado, na atualidade, ele será facilmente superado por aquele que os tem, ainda que o outro tenha larga experiência e uma carreira abençoada no Pastorado.

Recordo-me quando fui examinado pelo Conselho da IP de Vila Buenos Aires, SP, sobre meu desejo de ir ao Seminário, estudar e me formar Bacharel em Teologia.

Muito bem; isso já faz 33 anos (29 de Pastorado e 4 de Estudos Teológicos no Seminário JMC). Sou da Turma de 1985 que se formou em 1988 e tem como Patrono, para nosso orgulho e alegria, o Reverendo Atael Fernando Costa, de saudosa memória.

Recordo-me que o Conselho me questionou perguntando por que eu desejava ser Pastor.

Eu disse que me sentia chamado para isso!

Confesso que por maior que fosse minha convicção a esse respeito, eu não tinha noção da dimensão dessa resposta.

Mas é isso que eu tenho tentado ser - Pastor do Rebanho de Deus, conforme bem colocou Pedro em I Pedro 5.1-4.

Eu tinha 30 anos de idade quando isso aconteceu. Já era pai duas vezes e a minha caçulinha chegou quando eu estava no segundo ano de Seminário. 
Repito: É isso que tenho tentado ser – Pastor! E não porque não havia me saído bem na atividade da qual eu tirava o sustento da minha família até os meus trinta anos. Nunca me faltou emprego e eu sempre fui muito bem remunerado. Eu simplesmente sentia dentro de mim um desejo enorme de me entregar mais ao estudo da Palavra de Deus e a Exposição da mesma, de Aconselhar e cuidar espiritualmente das pessoas que professavam a mesma fé que eu, um desejo enorme de me envolver mais diretamente com a evangelização, discipulado e doutrinamento. Assim eu procurei o Conselho da IP de Vila Buenos Aires e revelei esse meu desejo. Revelei também que gostaria muito de atuar em nível do Magistério Eclesiástico.

Amo a docência, mas infelizmente na IPB (não creio que isso seja diferente em outras denominações) essa é uma questão muito politizada, e quem me conhece sabe que não sou politiqueiro. Sou político! Todo homem é um ser político. Todos nós praticamos política. Mas não sou de costurar, fazer arranjos, para “me dar bem”.  

Contento-me em Pastorear! Vivo essencialmente o Pastorado e do Pastorado.

Tenho tentado honrar aquilo que disse ao Conselho daquela minha amada Igreja. Prego, aconselho, ensino, visito, acompanho o nascimento de muitos, sepulto outros tantos, oficio cerimônias de casamento, etc...Tudo o que está incluído no Ministério Sagrado. E ainda, por conta da bondade divina em me dar dons, escrevo e canto.

Mas sou Pastor!

Sinceramente? Como eu gostaria de ser respeitado por isso. Por ser Pastor, somente!

Dizer que Pastor deve ter cheiro das ovelhas que pastoreia é um bonito discurso e frase de efeito, mas se isso não acontecer, serão apenas palavras lançadas ao vento que você leu em algum livro e usou só para impressionar incautos.

Um Pastor de Igreja Local não agrada a todas as ovelhas. Como dizem alguns:- Nem Jesus conseguiu. Não é disso que estou falando. Aliás, sou muito feliz no Pastorado da Igreja Presbiteriana de Mogi das Cruzes, SP! Estou aqui há 12 anos! Já no meu 29º ano de Ministério Sagrado deu para assimilar a realidade – se quisermos agradar a todos, estamos dando o primeiro passo para agradar ninguém.

É preciso compreender no que consiste o Ministério Sagrado e buscar fincar princípios que podem ser avaliados constantemente e até mudados se for necessário, mas o Pastorado não pode ser um navio com velas hasteadas e sem leme.

Repito: Como eu gostaria de ver o respeito a mim e por todos aqueles que são apenas Pastores de almas, que reconhecem o valor da academia, mas não nos permitimos sacrificar as ovelhas em detrimento do refinamento teológico.

Repito: Não sou contra os estudos, a academia!
A IPB precisa de Pastores! Pastores com bom conhecimento, bom preparo, bons cursos de atualização teológica (não de Congressos apenas), tudo isso auferido, mas  não às custas das ovelhas.

Será que é difícil compreender isso? Nenhum Pastor tem o direito de deixar o Pastorado para se envolver com a academia se isso implicar em negligência quanto ao exercício da Poimênica com todas as suas implicações.

Sim, é verdade, precisamos de Pastores com o conhecimento de mestres e também precisamos de mestres que tenham o coração de Pastor.

O conhecimento que não produz piedade é inútil. O conhecimento que não produz temor a Deus e não leva o indivíduo à uma vida de obediência é totalmente fora de propósito. Os títulos auferidos na academia devem servir a um propósito maior quando se trata, principalmente, do Ministério Sagrado e esse propósito é manifestar a Glória do Supremo Pastor, no Pastorado. 
O conhecimento que transforma o Pastorado em uma atividade secundária e paralela, e ainda, fonte de orgulho e soberba é realmente prejudicial.

Desejar ardentemente ser reconhecido como Mestre ou Doutor e não tão ardentemente ser visto como um Pastor do Rebanho de Deus, é vergonhoso para quem um dia, examinado pelo Conselho de uma Igreja, se disse vocacionado, chamado para o Ministério Sagrado.

A pessoa que opta pelo Ministério Sagrado porque simplesmente não teve sucesso em nenhum outro empreendimento é tão prejudicial à Igreja quanto aquele que não se dá bem no Pastorado porque revela completa falta de vocação e tendo vivido situações de total esterilidade, parte para academia fazendo do Pastorado um bico, uma atividade de segunda mão.

Não estou me oferecendo como exemplo, modelo, "tipós".

Sou um eterno aprendiz e em se tratando de Poimênica o fazer diário é a mais eficiente academia.

Se com humildade, com o coração quebrantado, reconhecermos que devemos ter as virtudes do Supremo Pastor que é Cristo, então levaremos a Cruz do Ministério e seremos vencedores como Ele foi. Seremos reconhecidos por Ele, não por humanos falíveis e confusos, como bons despenseiros da graça que um dia nos foi confiada.

Que Deus abençoe os Pastores que Pastoreiam, com conhecimento de mestres, os Mestres que ensinam com o coração de Pastor e aqueles cujo trabalho tem a benção do Supremo Pastor de almas – Cristo Jesus um carpinteiro, um homem simples cuja sabedoria ninguém jamais poderá sobrepujar.


Postado do Blog MAIELLO:
CONTEÚDO

quinta-feira, 12 de julho de 2018

IGREJA EVANGÉLICA É OBRIGADA A SE FILIAR A UMA CONVENÇÃO?

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Igreja Evangélica é obrigada a se filiar a uma Convenção? Essa é uma das dúvidas mais comuns entre pastores e líderes de ministérios. Para que você entenda e decida como proceder, listaremos neste artigo alguns pontos importantes:
  • O que é uma Convenção Evangélica?
  • Minha Igreja é obrigada a se filiar a uma Convenção Evangélica?
  • Posso utilizar o CNPJ da Convenção para abrir minha Igreja?
  • Cuidados ao se filiar a uma Convenção

O que é uma Convenção Evangélica?

Uma Convenção Evangélica, nada mais é do que um grupo de ministros/igrejas que se reúnem para promover encontros, capacitações, congressos e assessoria jurídica e contábil. Estes são basicamente todos os benefícios prometidos pela maioria das Convenções Evangélicas do Brasil.
As Convenções podem ser muito úteis principalmente para pequenas Igrejas e Ministérios independentes, pois podem oferecer, através de sua estrutura a capacitação e apoio para que a Igreja se desenvolva.
Por outro lado, algumas denominações não possuem o costume de se filiarem a convenções, pois possuem seu próprio conselho denominacional que oferece praticamente os mesmos benefícios.

Minha Igreja é obrigada a se filiar a uma Convenção Evangélica?

Diferentemente do que muitos dizem, as Igrejas Evangélicas não estão obrigadas a se filiar a uma Convenção. As Convenções podem sim servirem de grande auxílio para pequenas igrejas, mas se você é líder de algum ministério, você deve estar atento a algumas questões.
Não existe na Legislação Brasileira nenhuma obrigatoriedade quanto a filiação de Igrejas Evangélicas em Convenções. Toda Igreja Evangélica, deve possuir: CNPJ, Estatuto e manter sua contabilidade em dia.
Outra promessa feita pelas Convenções está relacionada a Assessoria Jurídica e Contábil. A Assessoria Jurídica é muito importante principalmente no momento da abertura da igreja, pois a Igreja precisa se enquadrar nas leis que envolvem a organização da Igreja.
No caso da assessoria jurídica, a Convenção normalmente estabelece parcerias com advogados para a prestação dos serviços, pois não possuem a autonomia para prestar esse tipo de serviço.
Com relação a parte contábil, as igrejas precisam manter em dia seus livros contábeis assim como enviar as declarações obrigatórias para a Receita Federal. Para prestar esse serviço, a Convenção também deve estabelecer parceria com um escritório de contabilidade especializado em Igrejas Evangélicas.
Além disso, a Igreja deve manter uma relação muito próxima com o Escritório de Contabilidade, enviando sempre toda a sua movimentação financeira mensal para que a mesma seja informada a Receita Federal.
Se sua igreja não envia essas movimentações mensalmente, procure se regularizar. Você pode fazer uma avaliação gratuita da sua Igreja conosco.

Posso utilizar o CNPJ da Convenção para justificar o funcionamento da minha Igreja?

É muito comum que as Convenções ofereçam seu CNPJ para que as igrejas se mantenham regularizadas. Porém esta prática é irregular. Cada Igreja deve possuir seu próprio CNPJ.
Embora pareça óbvio, muitos pastores se justificam: “a Convenção nos emprestou o CNPJ e sempre utilizamos o CNPJ quando precisamos comprar algo para a Igreja”. Esta é outra prática totalmente incorreta! Ao utilizar o CNPJ da Convenção para efetuar uma compra, a Convenção passa a ser a proprietária do bem adquirido.

Cuidados ao se filiar a uma Convenção

Antes de se filiar a uma Convenção, o pastor ou líder do ministério deve buscar entender como a mesma funciona e que tipo de benefícios a Igreja pode adquirir ao se filiar. O argumento de que “toda igreja é obrigada a se filiar a uma convenção” é insuficiente.
Já recebemos diversas vezes em nosso escritório pastores que se filiaram a Convenções e que não receberam em troca aquilo que lhes foi prometido. Por isso, antes de se filiar, busque referências de pastores filiados e evite problemas e desgastes desnecessários.

Conclusão

Como foi dito, as Convenções podem ser muito úteis para as Igrejas Evangélicas. Porém, a filiação deve ser acompanhada de fiscalização e busca pelo conhecimento por parte do líder do ministério.
É importante frisar que a filiação por parte da igreja deve ser totalmente opcional. Por isso, fique atento!

Quer abrir uma Igreja Evangélica?

Se você pretende abrir uma Igreja Evangélica, não deixe de ler o nosso Guia definitivo – Como abrir uma Igreja Evangélica. Nele, você vai se aprofundar mais no assunto e se preparar para organizar sua igreja. E melhor, o Guia é grátis!
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Postado do Blog Contabilidade para Igrejas.