WEB RÁDIO JESUS A VIDA

sábado, 23 de setembro de 2017

SERIA ESTE O PRINCIPAL CARTÃO DE VISITAS DA CIDADE JARDIM: AMARGOSA - BAHIA?

PREFEITURA DE AMARGOSA - BAHIA

Passados os primeiros 266 dias da atual administração do Prefeito Júlio Pinheiro(PT) perguntamos com todo o respeito; sería este o principal cartão postal para os que chegam ou saem da Cidade de Amargosa?
Pois, como visitante é a primeira impressão que fica das ações (ou falta delas) por parte do Executivo Municipal, num município com grande expoente na micro-região  de Jequié.
Segundo apuramos, as intervenções realizadas pela Prefeitura do PT em Amargosa são meros paliativos, onde segundo os moradores "parece que são utilizados  areia e óleo" que o próprio trafegar de veículos remove o material colocado sobre as crateras formadas ao longo da Avenida João Leal Sales - Bairro da Cariara, e que tem maior incidência nas proximidades do Posto Baitinga até o acesso à saída para a cidade de Mutuípe, com danos aos usuários da referida via.
Os prejuízos que são causados pela ausência de ações concretas por parte do gestor acima afetam não apenas um bairro bastante movimentado e que dá acesso a diversas cidades da região, como Mutuípe, através da BA 540, Santo Antonio de Jesus, São Miguel das Matas, Elísio Medrado e Varzedo através da BA 026, mas à todos que por ali transitam, prejudicando o escoamento de produção e sua comercialização, bem como afeta diretamente o Turismo regional, por ineficácia na atuação do Governo Municipal e Estadual que efetivamente fazem mais investimentos no marketing do que no combate a estes problemas recorrentes na maioria dos municípios do Estado .
SENHOR PREFEITO O POVO MERECE RESPEITO!


ACESSO À CIDADE DE MUTUÍPE x BA 026

AV. JOÃO LEAL SALES - CATIARA






Fotos e Matéria by:  Valter Sandoval O Protestante

Veja outras imagens feitas in loco no link adiante:

Foto de Valter Sandoval França.

Foto de Valter Sandoval França.

Foto de Valter Sandoval França.

MATÉRIA RELACIONADA:


COM MUITOS BURACOS, A BA 026 QUE LIGA SANTO ANTÔNIO DE JESUS A AMARGOSA ESTÁ INTRAFEGÁVEL



ESTADO VERGONHOSO DA PISTA FAZEM MORADORES “TAMPAR BURACOS” EM AMARGOSA

http://reconcavonoticias.com.br/estado-vergonhoso-da-pista-fazem-moradores-tampar-buracos-em-amargosa/

 

POPULAÇÃO DE AMARGOSA RECLAMA DE BURACOS NO BAIRRO DA CATIARA


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

CAMPANHA DE MISSÕES NACIONAIS 2017

National Mobilization Campaign 2017


Há 110 anos, Missões Nacionais tem trabalhado, incansavelmente, na transformação de vidas para a glória de Deus. Nossa visão é alcançar todos com o evangelho, sem fazer acepção de pessoas. Atuamos nas principais necessidades, em que a ausência de Deus tem ceifado almas e abatido a sociedade. Temos a firme convicção de que a salvação se manifestou para todos os homens por meio de Jesus, o autor e consumador da nossa fé.
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Missões Nacionais almeja cuidar de cada pessoa neste país repleto de mazelas, desafios e incertezas. O que buscamos todos os dias, ao longo da nossa jornada, não é só olhar, mas enxergar o nosso próximo com a mesma compaixão e graça do nosso Pai.
Cada um de nós é coadjuvante e cooperador da grande obra que Deus está realizando no Brasil. O evangelho e a fé em Cristo é o que nos torna desbravadores da missão de ganhar a pátria para Cristo e multiplicar discípulos. Temos o privilégio de fazer parte disso, e ver vidas sendo salvas e transformadas pelo poder de Deus.
Muitos cristãos têm vivido dentro das igrejas sem ter a real dimensão do que Deus está promovendo no nosso país. Você se imaginaria fora disso? A obra de Deus começa operando em nós para ser perpetuada. Somos agentes dessa multiplicação. É preciso despertar dentro do nosso coração o ardor missionário e contagiar homens e mulheres (...) para atingirmos o objetivo de salvar vidas.
O poder transformador de Cristo habita e está entre nós, atua na pessoa que antes estava perdida no mundo das drogas e que foi regenerada; no ribeirinho esquecido pelas autoridades que recebeu pela primeira vez um atendimento odontológico; na mulher sertaneja que desejava água da chuva, mas recebeu a fonte da água da vida; no preso que foi liberto pela Palavra de Deus, mesmo atrás das grades; no surdo que pôde ouvir falar em sua língua sobre o amor de Jesus; na criança que vivia em uma comunidade violenta, sem conseguir enxergar um futuro digno e hoje pode sonhar.
Não podemos ficar apáticos à obra de Cristo! É preciso celebrar, se envolver, participar, mobilizar e contribuir com o avanço da obra no campo missionário! Convocamos o povo (...)  brasileiro a voltar os olhos para a seara, onde tantos jovens e adultos têm dedicado a vida a serviço do Rei. É certo que as experiências que virão serão transformadoras também na vida e no coração de cada seguidor do evangelho.
Jesus é TRANSFORMAÇÃO e VIDA para todas as pessoas! Na Campanha Nacional de Mobilização 2017, levaremos essa mensagem e mostraremos ao Brasil o que Deus tem feito neste país, convocando todos os cristãos a se envolverem na proclamação do evangelho, que é poder de Deus para todo aquele que crê.
Olhe em volta e veja o que Cristo tem feito. Conte a quem está perto de você! Seja também um agente da transformação que Deus usa para abençoar sua comunidade e gentios em nosso país! Com fé, Deus é poderoso para mudar qualquer cenário. Acreditamos que essas PESSOAS PODEM IR ALÉM DO QUE TODOS ESPERAM. E você, também acredita?

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Postado do Portal Missões Nacionais:
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DESCONSTRUIR SEM DESTRUIR...

É possível promover mudanças sem destruir o passado.


Todo líder recebe uma herança dos líderes que os antecederam. São heranças de várias naturezas: estilo, percepção, visão, tradição e outras. Dependendo do líder, as heranças podem ser muito fortes, e podem perdurar.
Resultado de imagem para DESCONSTRUIR SEM DESTRUIR...Também há casos em que algumas heranças simplesmente não passam. Elas precisam ser desconstruídas. Ou, em outras palavras, precisam ser trabalhadas com sabedoria para que, aos poucos, percam a força e, assim, possam ser substituídas de acordo com a visão do novo líder.
Esse não é um trabalho fácil. Em geral, é bem mais fácil construir algo novo do que desconstruir alguma coisa. E é bom deixar claro que estamos falando em “desconstruir” e não “destruir”. São dois processos bem diferentes e que têm implicações bem grandes para o líder.
Destruir é um processo maléfico, gera traumas terríveis e, em geral, traz consequências bem desastrosas. Para destruir uma herança recebida por um líder anterior, geralmente, é necessário usar duas ferramentas terríveis: a negação e a diminuição.
A negação consiste em dizer que tudo o que o líder anterior fez estava errado e não vale nada. A diminuição, ainda que mais branda, também é terrível, pois tira o valor de todas as ações, iniciativas e trabalho do líder anterior. Grandes feitos são reduzidos a nada, e investimentos financeiros são muitas vezes perdidos em nome da destruição de um período todo; ou pior: de uma vida.
É possível promover mudanças sem destruir o passado. Para isso, usa-se a ferramenta da desconstrução. É um processo lento, exige paciência e sabedoria. Trata-se de honrar o passado, mas sem a devoção da continuidade.
Espera-se, nesse processo, que, aos poucos, o que é novo obtenha um espaço maior, apareça com maior frequência, enquanto a herança passada vai, aos poucos, perdendo sua força, até que se torne apenas uma lembrança, digna de continuar nos anais da história, mas não de ditar regras para o futuro.
Desconstruir é um processo que não desonra ninguém e nem exige aquelas artimanhas, tão nocivas para os que conviveram com o líder anterior. Aliás, uma das piores maneiras de lidar com as heranças recebidas é destruir a imagem do líder anterior – por pior que seja essa imagem – diante daqueles que aprenderam a admirá-lo no passado.
Diante de alguma pressão por parte das heranças recebidas pelos líderes anteriores, a tendência de qualquer líder é destruir o passado e a imagem daqueles que fizeram história. Mas esse não é o melhor caminho. E nem o mais honroso.
É sempre melhor começar um trabalho de desconstrução. Isso pode demorar mais, porém terá um efeito muito melhor e será, no mínimo, mais maduro por parte de um líder que quer algo novo, mas que sabe que não está sozinho nesse mundo e que muitos já passaram por aqui antes dele.

Postado do Blog do Pastor Gimenez:
Imagem:


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A LUTA DA CIÊNCIA CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO...

Psicólogos poderão oferecer terapia de reorientação sexual


Um juiz federal do Distrito Federal autorizou, em caráter liminar, que psicólogos possam atender eventuais pacientes que busquem terapia para reorientação sexual. A decisão atendeu a uma ação de três psicólogos que pediam a suspensão de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que estabelece como os profissionais da área devem atuar nos casos que envolvam a orientação sexual de pacientes. O conselho irá recorrer da decisão.

SAIBA MAIS

Publicada em março de 1999, a Resolução nº 1 do CFP proíbe os psicólogos de exercerem qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, bem como de colaborarem com eventos ou serviços que proponham o tratamento e a cura da homossexualidade.
A determinação, segundo o CFP, baseia-se no entendimento da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que a homossexualidade não é uma doença, um distúrbio, nem uma perversão. Assim, na avaliação do conselho, a forma como cada um vive sua sexualidade faz parte da identidade do sujeito, cabendo aos profissionais de psicologia única e exclusivamente contribuir para a superação dos preconceitos e das discriminações.
Para os autores da ação popular que questiona a resolução, a iniciativa do CFP impede os psicólogos não só de atender eventuais pacientes que procurem ajuda para tentar reverter sentimentos ou comportamentos que lhes provoquem desconfortos ou transtornos, como de desenvolver estudos científicos sobre a possível reversibilidade de práticas homoeróticas, restringido a liberdade de pesquisa dos profissionais.
A partir das informações fornecidas pelas partes, o juiz da 14ª Vara do Distrito Federal, Waldemar Cláudio de Carvalho, acatou parcialmente o pedido dos críticos da resolução. Sem suspender os efeitos gerais da regulamentação do conselho, o magistrado determinou que deve ser facultado aos profissionais interessados a possibilidade de pesquisar o tema ou atender os pacientes que os procurarem buscando a chamada reorientação sexual.
Resolução do conselho segue diretriz da OMS, segundo a qual a homossexualidade não deve ser tratada como patologia
Resolução do conselho segue diretriz da OMS, segundo a qual a homossexualidade 
não deve ser tratada como patologia.                           Foto: Agência Brasil

Em sua decisão, o juiz afirma que a resolução do CFP não é inconstitucional, embora possa, "se mal interpretada", levar a equívocos, como a proibição à realização de estudos ou mesmo ao atendimento relacionado à orientação ou reorientação sexual. Para o magistrado, em conformidade com o princípio constitucional que garante a liberdade científica, deve estar claro que os psicológicos estão aptos a estudar ou atender quem, voluntariamente, buscar orientação psicológica acerca de sua sexualidade.
"Resta evidenciada, pela interpretação da Resolução nº 1 do CFP, no sentido de proibir o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à (re)orientação sexual, afetando, assim, a liberdade científica do país e, consequentemente, seu patrimônio cultural, na medida em que impede e inviabiliza a investigação da sexualidade humana", conclui Carvalho. Segundo o juiz, o impedimento afeta principalmente os "eventuais interessados nesse tipo de assistência psicológica".
Apesar da decisão que cassa em parte os efeitos da resolução do CFP, o juiz critica o Projeto de Lei 4.931, que tramita na Câmara dos Deputados, e preconiza a chamada "cura gay". Segundo ele, a proposta é "passível de críticas, na medida em que parece equiparar a homossexualidade a outros transtornos da sexualidade".

Aplicação
Para o advogado Leonardo Loiola Cavalcanti, que representa os autores da ação popular, a liminar permitirá que os psicólogos comecem a atender adequadamente as pessoas que não se aceitam em sua orientação sexual, sem o receio de serem punidos pelo conselho.
Já para o CFP, a decisão judicial abre uma perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual, prática que o conselho afirma representar "uma violação dos direitos humanos e que não tem qualquer embasamento científico". O conselho afirma haver evidências científicas, técnicas e jurídicas demonstrando que as terapias de reversão sexual não só são ineficazes, como podem provocar sequelas e agravar o sofrimento psíquico.

Na avaliação do conselho, o juiz Waldemar Cláudio de Carvalho se equivocou ao definir como os psicólogos devem interpretar a resolução de seu próprio órgão de classe. "O Poder Judiciário se equivoca ao desconsiderar a diretriz ética que embasa a resolução, que é reconhecer como legítimas as orientações sexuais não heteronormativas, sem as criminalizar ou patologizar. A decisão do juiz, valendo-se dos manuais psiquiátricos, reintroduz a perspectiva patologizante, ferindo o cerne da Resolução 01/99."

Postado do Portal Terra:

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O PREÇO DE UM LEGADO: “NÃO PODEMOS ENSINAR O QUE NÃO SABEMOS, NÃOS PODEMOS TRANSMITIR O QUE NÃO SENTIMOS, NÃO PODEMOS DEIXAR UM LEGADO SEM CONSTRUÍ-LO PRIMEIRO”

“Ouvindo então Saul e todo o Israel estas palavras do filisteu, espantaram-se, e temeram muito.”  I Samuel 17:11

Resultado de imagem para um legadoNa vida de todo líder deve haver o interesse – e um esforço sobrenatural – para influir e imprimir as digitais de um caráter íntegro (que é o reflexo de uma vida espiritual ativa) em todas as pessoas que o rodeiam. Não adianta preocupar-nos apenas com a aparência, com o carro e com a casa, o maior legado que um líder pode deixar aos seus seguidores (seja esses seguidores a igreja ou a família), é o caráter de Cristo impresso em atitudes coerentes com sua forma de vida.
Porque se não houver essa preocupação, em formar pessoas melhores para o amanhã, em deixar um legado para a seguinte geração – os prejuízos poderão ser assombrosos. Deixar um legado não é apenas escrever uma lista de princípios e exibi-la na sala de nossas casas, também não basta com esforçar-se para levar os filhos para a Escola Dominical e jogá-los ao professor, enquanto nós, pais, líderes e educadores – não fazermos a nossa parte.
Para deixar um legado é necessário viver uma vida de santidade, adquirir autoridade espiritual, viver em comunhão com o Pai, em submissão ao Filho, caminhando debaixo da unção do Espírito Santo sobre nossas vidas.
Não adianta viver ou apenas vestir-nos como igreja, é necessário ser a “igreja”, participar da vida ativa de um organismo vivo (não somente uma organização) onde Cristo é a cabeça. Não adianta vivermos como anões na fé, e esperar que nossos filhos (naturais e filhos na fé) se transformem em gigantes espirituais.
Pode até ser que Deus use de compaixão para com alguns deles e os transformem em pessoas extraordinárias – mas a responsabilidade de infundir valor e fé no coração dos nossos filhos e seguidores – continua sendo nossa. A lógica – é que homens de fé produzam homens de fé, homens apaixonados pelas almas gerem outros homens com paixão pelas almas, o mais comum é que homens de caráter irrepreensível gerem outros homens com o mesmo caráter.
Se você tem alguma dúvida sobre isso, leia a biografia de John Wesley e de todos os grandes homens de Deus que pisaram esta terra, e encontrará que alguém os incentivou à leitura da Palavra, e lhes demonstrou como viver – uma vida santa e consagrada a Deus.
Já não pensamos em deixar legados, estamos mais preocupados nos resultados do “hoje” que comprometidos na formação de líderes do porvir, e o mais impressionante, isso já não nos incomoda!
Estamos construindo plataformas de gravetos, quando nossos filhos precisarão de um melhor suporte para estabelecer suas pesadas cargas de dúvidas em um mundo de hostilidades.
O resultado de viver sem a preocupação com o que estamos deixando de “sólido e concreto” para uma sociedade cada vez mais desprovida dos princípios da Palavra de Deus, é o mesmo que podemos contemplar na vida de Saul.
Pais preocupados em serem politicamente corretos, estão formando filhos espiritualmente defeituosos, pois dominados pelo medo e covardia trabalho não encontram tempo para sentar em família e discutir temas da atualidade – sob a Luz da Bíblia com seus filhos.
Saul viveu preocupado com muitas coisas durante seu período como rei em Israel; orgulho, posição, aparência, poder, inveja, entre tantos outros. Na verdade viveu o seu reinado, preocupado com o poder de sua posição, em vez de preocupar-se com o estado caótico que se encontrava a nação que liderava.
Gerou uma companhia de soldados covardes, fracos e medrosos. Saul ensinou a eles – que era suficiente o fato de ser um “escolhido” ou estar em uma posição de destaque, fez com acreditassem que isso lhes garantiria uma vida quieta e sossegada. E como ele não gostava de submeter-se a nenhuma autoridade (não quis esperar a Samuel para oferecer o sacrifício – 1 Sm 13: 1-14) por conseguinte os seus soldados tampouco.
Saul reinava a expensas da miséria espiritual do seu povo, não dedicou tempo para treinar o seu exército nem os preparou para batalhas maiores. Um belo dia, tendo o seu ministério rejeitado por parte de Deus (quantas vezes reacionamos tarde demais, quando os gigantes já estão a gritar nos corredores de nossas agitadas vidas) os filisteus se ajuntaram contra os israelitas, e declararam guerra – exibindo um batalhão – composto por milhares de carros e seus cavalos, além de homens com uma preparação bélica invejável, estas qualidades  já eram suficientes para assustar qualquer um, ainda tinham um gigante, de seis côvados e um palmo (aproximadamente  três metros, que humilhou, afrontou e perturbou o relaxado exército comandado por Saul.
Guerrear sem Deus não é nada fácil, ainda mais contra um inimigo poderoso e audaz, a Bíblia nos mostra que o gigante Golias ficou gritando vários dias, semanas e nenhum soldado reagia.
Porque os soldados do exército de Saul não puderam matar o gigante?
Porque Saul não era um matador de gigantes, e não podia ensinar a nenhum deles o que ele mesmo não conhecia – matar gigantes.
Cumpre-se uma palavra certa que muitas vezes usamos, não podemos ensinar o que não sabemos, nãos podemos transmitir o que não sentimos, não podemos deixar um legado sem construí-lo primeiro.
Saul não sabia enfrentar os problemas, em consequência o seu exército também não sabia.
Qual o legado que estamos deixando para nossos filhos, igreja e sociedade? O que tem sido mais importante para nossas vidas? Matar gigantes, ou cobiçar a gordura do mundo?
Ouvi de um ensinado cristão – que não devemos nos preocupar em que mundo deixaremos para nossos filhos, senão que classe de filhos deixaremos neste mundo.
O que estamos ensinando ao exército de nossas gerações, ao povo de Deus?
Por outro lado, Davi se preocupava em deixar um legado.
O mesmo exército, o mesmo inimigo:
Lemos em 2 Samuel 21.22;  – “estes quatro nasceram dos gigantes em Gate e caíram pelas mãos de Davi e pela mão de seus servos.”
Davi ao contrario de Saul, tinha arquitetado um projeto que continha treinamentos específicos para os seus soldados ou valentes como são chamados, depois de alguns anos, vemos não somente Davi, mas também os seus próprios soldados matando gigantes, Davi sabia que não bastava ele saber matar e derrotar os obstáculos – tinha que ensinar os seus soldados, treiná-los para as batalhas desta vida, fosse lutando com exército composto por homens e soldados comuns, ou com gigantes.
Davi pôde ensinar aos seus homens como lutar, porque ele era um guerreiro!
Só pode ensinar a matar gigante quem sabe fazê-lo, só pode ensinar a orar quem ora, só podemos ensinar a jejuar se jejuamos, só podemos recomendar nossos filhos a que leiam a Bíblia se nós estivermos lendo, “as palavras convencem, o exemplo arrasta”.
Davi sabia que não bastava falar, filosofar, mandar, escrever, tinha momentos que ele mesmo entrava na guerra e mostrava como fazer, no versículo 15 do capítulo 21 de II Samuel, vemos que ele estava no meio da peleja, havia lutado tanto que se cansou, e quase o mataram, mas como ele tinha um exército preparado, desbravado, não era um exército frouxo, medroso, os seus valentes na mesmo hora, lhe socorreu e matou o gigante em seu lugar.
Trabalhar para deixarmos um legado pode salvar a vida de nossa família e até mesmo a nossa.
Ande com matadores de gigantes, e te converterás em um deles! Quando seja um deles poderá ensinar aos seus filhos, irmãos e igrejas como vencer ao lado de Deus, os inimigos que tentam intimidar sua fé.
Deus abençoe
Pr. Rodrigo Faria

Postado do Blog Gospel Prime:

ADVOGADOS CRIMINALISTAS, DELEGADOS DE POLICIA E POLICIAIS CIVIS PARTICIPARAM DO ATO PÚBLICO E SIMBÓLICO NO COMPLEXO POLICIAL DE JEQUIÉ.

Comissão Nacional de Defesa as Prerrogativas e Valorização da Advocacia

Advogados Criminalistas, Delegados de Policia e Policiais Civis participaram do ato público e simbólico no Complexo Policial de Jequié.

Oportunidade, em que o Advogado, Conselheiro e Membro Consultor da Comissão Nacional de Defesa as Prerrogativas e Valorização da Advocacia, Ary Santana, pleiteou o cumprimento das Prerrogativas em Sede de Delegacia. Ainda no mesmo ato os advogados afixaram no interior daquela Delegacia a Cartilha de Prerrogativas. O objetivo desse simbólico ato foi salientar que deve existir além de um mútuo respeito entre a advocacia e a polícia civil, deve-se respeitar as prerrogativas da classe. “As prerrogativas é uma lei federal, a qual deve acima de tudo ser respeitada e cumprida. Ainda saliento, que as violações de prerrogativas mais corriqueiros em Sede de Delegacia, ocorrem quando o advogado chega para visitar o seu cliente que se encontra preso; ao tentar ter acesso aos autos de prisão em flagrante; ao tentar ingressar nas repartições públicas e policiais", disse Ary Santana. Participaram do ato de prerrogativas, o Coordenador Regional da 9ª COORPIN, Fabiano Auruch; Delegado Titular da Delegacia Territorial, Cristiano Mangueira e o Delegado Isaias Neto. O Conselheiro da OAB - Ary Santana e os advogados - Severino Braúna, Ronaldo Bomfim, Felipe Caribé, Vinício Oliveira, Argemiro Santos e Fernando Caroso.

Postado do Blog de Júnior Mascote: