WEB RÁDIO JESUS A VIDA

domingo, 23 de julho de 2017

MEDO OU RESPEITO, COMO OS LIDERADOS ESTÃO VENDO SEUS LÍDERES?

“Meu coração é para os legisladores de Israel, que voluntariamente se ofereceram entre o povo; bendizei ao Senhor.” Juízes 5:9


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Esta é uma palavra de Débora, uma das grandes líderes da Bíblia. E uma história de uma mulher liderando o povo hebreu nos tempos antigos fala, por si só, como um grande testemunho de liderança por respeito e admiração ao líder.
Débora diz neste texto de Juízes 5, que o coração dos comandantes se moveram, voluntariamente, para aquilo o que ela estava direcionando. E, por quê? Porque Débora foi o tipo de líder que conseguia fazer com que as pessoas a seguissem por respeito e não por medo.
É muito comum se perceber que grandes líderes não conseguem ter um resultado constante porque têm liderado com “mão forte”, gerando medo em seus liderados ao invés de respeito. Quando isto acontece, os liderados são e fazem as coisas na frente de seus líderes por medo; no entanto, quando seus líderes não estão, eles são e fazem outra coisa.
Trazendo para o dia a dia, pode-se perceber este tipo de comportamento entre pais e filhos. Filhos que só fazem o que os pais pedem na frente deles por medo. Porém, assim que os pais “dão as costas”, eles são e fazem o que bem entendem. O que pode acabar gerando uma rebelião aberta e a total falta de respeito.
Para que se tenha uma liderança de sucesso, é preciso que se gere no coração dos liderados, respeito pela história, pelo exemplo e pelo caráter do líder, através de atitudes. Para isso, o líder precisa decidir que deseja conquistar a liderança e não apenas impor ordens.
Se os liderados estiverem seguindo sua liderança por medo, a liderança não está, de fato, influenciando os seus liderados, antes, manipulando-os. Há uma grande diferença entre influenciar e manipular. Quando se consegue influenciar é porque se tem o respeito pelo que se é, pelo exemplo que se passa e pelo caráter que se tem. A manipulação acontece por se querer impor as ordens e as pessoas se sentem “ameaçadas” com o tipo de consequência que poderá vir.
O grande desafio de um líder de sucesso é ser capaz de influenciar os seus liderados através do respeito. Por isso, é indispensável que o líder decida abrir mão da velha forma de liderar para que ele próprio seja um exemplo e conquiste, então, os corações e a admiração de seus liderados.

LIDERANÇA DE SUCESSOPostado do Blog Instituto LS:

Imagem do Blog A Nova Critstandade:

sábado, 22 de julho de 2017

CONHECE A ESTRATÉGIA DA TESOURA?

Esta “Estratégia das Tesouras” na dialética de Hegel e Marx (para não se falar da astúcia de Lênin e das sutilizas de Gramsci) intenta, usa e cria em jogar com as contradições não somente no plano teórico, mas no de ação prática para se atingir um objetivo que no caso seria a conquista e permanência no poder.

Lênin sempre falou e praticou esta política da "Estratégia das Tesouras". Que consistia em ter dois partidos comunistas sempre dominando o cenário político, midiático, econômico e social do país. Um com viés autoritário/estatal, por exemplo, e o outro ou com viés mais ameno ou democrático/apaziguador. O líder comunista Josef Stalin, que governou a União Soviética de 1920 até a sua morte em 1953 continuou a prática.

A "Estratégia da Tesoura", portanto, consiste num diversionismo, onde a briga (pseudo-brigas e falsas discórdias) entre dois partidos de esquerda polariza o eleitorado, fazendo com que saiam de cena, empurrados pelos holofotes tão somente na esquerda, os verdadeiros partidos de oposição liberais ou conservadores, reduzido-os a meros espectadores, quando não a uma existência vegetativa. Essa ilusão engana sem resistência o eleitorado que pensa estar havendo uma real disputa política e de que realmente possui opções distintas de escolha para as urnas.

Embora milhões de pessoas hoje no Brasil desejem um partido à direita do espectro ideológico que as representem, persiste uma lacuna nesse espaço, pois que é viciada com esquerdismo. Notem que ambos defendem inúmeras bandeiras ou causas semelhantes, ambos não atacam estranhamente os mesmos determinados perenes problemas e que ambos recebem dinheiro para suas campanhas das mesmas fontes. Em verdade, existe alguma esperança de real mudança para melhor ?

É nítida esta estratégia no Brasil. Essa política é levada a cabo ora pelo PT e pelo PSDB (observem que ambos fingem ser oposição e inimigos, mas na essência são iguais), ora pelo PT com o PSOL, agora mais recentemente PT com PSB de Eduardo Campos e Marina, ambos saídos do PT ou base aliada governista, e assim sucessivamente. As diferenças que existem são no verniz e não na essência, como no caso cultural entre FHC, sociólogo, com o retirante nordestino Lula, mas ideologicamente (a base) não há diferença alguma entre eles.

Isso é a "Estratégia da Tesoura", mais do mesmo.

Também pode, e é aplicada, em nível continental e/ou global.

Postado do Blog Amigos da Direita:

sexta-feira, 21 de julho de 2017

ENCONTRADA A GAROTA DESAPARECIDA DE JEQUIÉ - BAHIA...

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA




Encontrada a jovem YARA CASCAIS DE JESUS – 20 anos, desaparecida de sua residência na tarde de ontem (20/07).
A mesma foi localizada na região central da cidade, estava muito debilitada e encaminhada para avaliação médica no HGPV pelos familiares da garota onde foi medicada.

A família agradece pela divulgação realizada nas Redes Sociais e Blog's. 

Relembre o caso:
http://www.sandovaloprotestante.com.br/2017/07/jovem-especial-desaparecida.html

Fonte: Foto e informação de Rede Social e contato com familiar.



JOVEM ESPECIAL DESAPARECIDA ...

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA


Está desaparecida essa jovem, pessoa com necessidades especiais ela é surda mora na localidade do Bom Sossego – Jequiezinho,  quem viu ou tiver alguma informação que possa levar ao encontro de YARA CASCAIS DE JESUS – 20 anos, desaparecida desde as 14 horas de ontem (20/07).
Entre em contato com sua mãe a senhora Leila (73) 98853-8475 ou (73) 98842-0629 de Antônio. Ou ainda pelo telefone da Polícia Militar 190.

Fonte: Foto e informação de Rede Social e contato com familiar.


LISTA FECHADA OU DISTRITÃO TEM O OBJETIVO DE MANTER O PODER POLÍTICO COM OS 'CACIQUES DA POLÍTICA'

Contra o voto em lista fechada, deputados ressuscitam o 'Distritão'


Parlamentares do chamado "centrão" temem perder espaço político se o sistema de lista for aprovado
Alex Ferreira / Câmara dos Deputados
Miro Teixeira
O Deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) é que assina a justificativa da proposta


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Deputados do chamado “centrão” da Câmara, grupo que sustentava o ex-presidente Eduardo Cunha, deram início a um contra-ataque diante das repercussões em torno da proposta de voto em lista fechada, no debate da reforma política.
A proposta é vista como uma forma de salvar os possíveis alvos da chamada “lista de Rodrigo Janot”, em referência aos pedidos de inquérito enviados pelo Procurador-geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A ideia não agradou, no entanto, os parlamentares de menor expressão política que começaram a buscar apoio para retomar o já conhecido Distritão.
O temor do “centrão” é perder espaço político para caciques partidários. Isso porque, na lista fechada, quem define os candidatos são os próprios partidos.
Nesse sistema, o eleitor vota na legenda, baseado em uma lista fixa de candidatos escolhidos pela agremiação partidária, e não em nomes individualmente. Cada sigla obtém um número de vagas no Legislativo proporcional aos votos obtidos, preenchidas, então, em ordem pelos candidatos da lista.
A proposta teria ganhado força porque seria uma forma de empurrar na lista nomes de políticos denunciados em inquéritos ou enfraquecidos por denúncias de corrupção na Operação Lava Jato.
Para contrapor a esse, nomes como Milton Monti (PR), Celso Pansera (PMDB) e Sóstenes Cavalcante (DEM) começaram a colher assinaturas de outros deputados favoráveis ao Distritão. Figuras como Rubens Bueno (PPS) e Miro Teixeira (Rede), que não integravam o "centrão", também aderiram.
Um dos principais argumentos utilizados, em tom irônico, pelos parlamentares é: “quem quer lista, está na lista”. Ou seja, os políticos que defendem a lista fechada são alvos de pedido de inquérito do Janot.
O Distritão, por sua vez, funciona como o sistema majoritário, em que apenas os mais votados são eleitos, independentemente de partido ou coligação. O objetivo do grupo com as assinaturas é demonstrar ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a proposta conta com o apoio de parcela considerável dos parlamentares. Maia foi informado pelos deputados da iniciativa e sinalizou que aguardaria a coleta de assinaturas.
A justificava para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), assinada por Miro Teixeira, é de que o “sistema proporcional para a eleição de Deputados está aparentemente esgotado”.
“Dispensados de preencher chapas de candidatos para se fortalecer em face do quociente eleitoral, os partidos políticos poderão se concentrar no lançamento de candidatos expressivos em todos os seguimentos da população, sem a preocupação de alcançar o número máximo permitido por lei”, diz o texto distribuído pelos entusiastas da proposta.
“Com o voto majoritário, as agremiações estarão dispensadas de alcançar o quociente para eleger um representante, sanando-se a injustiça de vermos alguém com grande votação ficar fora do mandato, frustrando o povo”.
Apesar da iniciativa, esse sistema já foi colocado à prova em 2015 e acabou rejeitado pela Câmara dos Deputados. Na época, o “Distritão” tinha o patrocínio de Cunha e seu texto era assinado pelo próprio Rodrigo Maia, que agora, dois anos depois, defende o voto em lista fechada. O presidente da Câmara é tido como um dos nomes confirmados, pela imprensa, na lista do Janot.
A proposta de lista fechada é uma bandeira do PT há algum tempo. O partido enxerga no sistema uma forma de viabilizar o financiamento público de campanha, outra questão em discussão na Câmara.
O relator da reforma política, Deputado Vicente Cândido (PT-SP), aproveitou o clima favorável para trazer o tema à tona novamente.
Em 2015, os petistas também sugeriram esse sistema, quando o voto em lista fechada não era visto como uma forma de “salvar” os políticos. 
Mas a proposta foi derrubada pela maioria do plenário- 402 votos pela rejeição e 21 pela aprovação. O partido rebate o argumento de que a lista fechada ajuda a proteger os corruptos.
O PT sempre defendeu a ideia da lista fechada, o nosso relator tem feito um entendimento com vários partidos. Eu discordo de que isso vai ser uma forma dos políticos se esconderem para continuar sendo eleitos. O povo brasileiro vai ver essa lista fechada. O povo brasileiro já foi despolitizado, mas não é mais. O brasileiro vai acompanhar e decidir qual é a melhor lista”, diz o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP).
A lista fechada é, segundo alguns cientistas políticos, uma forma de valorizar os partidos e as ideias que esses representam, ante indivíduos e partidos sem ideologia clara.  
O tema já foi analisado pelo sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, em sua coluna em Carta Capital. “O eleitor aprende, na prática, que a política não é o domínio das singularidades, mas da ação coletiva organizada. Ele não é obrigado a encontrar, no cardápio de individualidades, uma em particular. O que lhe cabe é escolher um grupo, um conjunto de pessoas que, coletivamente, se propõe a representá-lo, com uma plataforma explícita”, escreveu.
A polêmica fez com que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso viesse a público para rechaçar a ideia, mesmo com tucanos participando das discussões para viabilizar a proposta.
“O povo vai votar em partidos? Quais? O povo nem sabe os nomes dos partidos”, disse. “Não são partidos, a maioria. São legendas. E mais: não dá para aprovar nada que tenha cheiro de impunidade”.
Nos últimos dias, foi a vez de Michel Temer. Apesar de ter sentado para negociar sobre o assunto com Maia, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, o peemedebista tentou se afastar da ideia e disse não ter “simpatia” pela lista fechada. “Se eu puder dizer, a melhor fórmula é a do voto majoritário”, disse ao se referir indiretamente ao “Distritão. Mas essa não seria a primeira vez que Temer diz, em público, algo que contraria em conversas privadas.



Postado do Portal Carta Capital:

quarta-feira, 19 de julho de 2017

SIMULADÃO SOLIDÁRIO PARA O CONCURSO DA POLÍCIA MILITAR NO CPM DE JEQUIÉ

QI Universitário - Curso Preparatório...



A atividade tem por objetivo preparar os candidatos para o concurso da Polícia Militar da Bahia que realizar-se a no próximo dia 06 da agosto, e a arrecadação de alimento destinado a entidade beneficente do município. 
O Simuladão baseia se no Edital de Concurso da Polícia Militar da Bahia - SAEB nº 01/2017, as Inscrições poderão ser feitas em horário comercial na Escola EVA em horário comercial até o dia 22/07 e a noite das 19 horas as 22 horas.
Aberto para todos os concurseiros de plantão, bastando apenas sua habilitação por meio da inscrição para realização do Simulado que acontecerá no próximo domingo no Colégio da Polícia Militar, situado na Av. Governador Lomanto Júnior, Joaquim Romão, o referido simulado seguirá os passos do edital inclusive com o fechamento dos portões em horário marcado.
O Coordenador do Curso Preparatório QI Universitário - Vereador e Cabo PM Admilson Careca deseja a todos uma  boa prova!

Valter Sandoval O Protestante

terça-feira, 18 de julho de 2017

SERÁ QUE A LAVAJATO VAI SE AFUNDAR EM BUROCRACIA?

Para exemplificar, comparou a Polícia Federal brasileira ao FBI 


Foto de Federação Nacional dos Policiais Federais.Luís Antônio de Araújo Boudens, atual Presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF), esteve na bancada do Pânico na Rádio nesta terça-feira (18). Entre diversos outros assuntos, o convidado comentou a recente redução na equipe designada para a força-tarefa da Operação Lava Jato e a contingência de 44% do orçamento previsto para 2017. Sob o governo de Michel Temer (PMDB), este foi o primeiro corte expressivo no efetivo de investigações.
“A Lava Jato está ameaçada. Uma hora ela vai acabar, tem um limite de operacionalidade. Essa desconfiguração do formato de força-tarefa imediatamente vai burocratizar a investigação. Hoje os relatórios produzidos vão direto para o Ministério Público, que analisa e oferece denúncia”, disse. “O maior crime que poderia ocorrer é colocar a Lava Jato na nossa estrutura atual, que não resolve nada (…). Vamos vê-la se afundar em burocracia”, completou.
Boudens explicou que quem determinou essa mudança foi a própria superintendência da polícia. Não seria possível afirmar de início, então, que a cena teria sido orquestrada por governistas ameaçados com a possibilidade de serem investigados. Mas confirmou que a suspeita está, sim, sendo analisada. “Quem determinou essa mudança foi a própria gestão da polícia. Houve a ‘canetada’. O que estamos avaliando é se houve pressão externa”, afirmou.
Sobre Sérgio Moro, com quem já trabalhou diretamente, coube apenas elogios. “Trabalhamos direto com a Justiça Federal. Conheço vários juízes. O Moro se destaca pela coragem. Hoje, apresentar a postura dele é uma raridade no nosso país. Temos colegas que também fazem esse trabalho, mas sem a exposição dele. Corajoso temos certeza que ele é. E as sentenças são bem calçadas, ele tem muito conhecimento na área de crimes financeiros. Outras coisas ficam para análises paralelas”.
Desmilitarização da PM e legalização das drogas: discussões necessárias
Durante sua participação na bancada, Boudens comentou também a alarmante situação das polícias brasileiras e revelou que defende uma ampla mudança na estrutura da segurança pública – incluindo as discussões da desmilitarização da Polícia Militar e da legalização das drogas.
“Temos várias investigações paradas na PF por causa do nosso modelo arcaico. Usamos o modelo que Portugal trouxe e nem Portugal usa mais! É isso que estamos discutindo, uma mudança nas estruturas policiais. Temos que discutir a desmilitarização, o Brasil tem medo da polícia. Temos que discutir a distorção salarial. A polícia que te atende não está na estrutura que vai investigar. Quando a pessoa é furtada ela nem liga, vai embora, não chama a polícia”, disse.
“Não preparamos nossas estruturas para a democracia de 1988. A legalização de drogas vai ter que ser discutida. Se liberasse hoje, o país viveria um caos. Teria que ter fiscalização da vigilância sanitária – que não fiscaliza direito nem a carne e o leite. Mas temos que questionar, sim. Existem bons argumentos para isso. Nós não temos posição única na polícia, mas acho que o país precisa pensar sobre tudo”, completou, citando ainda a discussão sobre legalização do porte de armas.
Falta de eficiência em prevenção e investigação
O convidado falou por fim sobre a descrença da população nas instituições policiais, que, segundo ele, vem mais uma vez da burocratização do processo investigativo. Quando o indivíduo é furtado, por exemplo, liga para o 190 e espera algum policial disponível aparecer. Em seguida, precisa fazer entrevista e preencher o BO. É encaminhado então para uma delegacia – para no local começar “tudo do zero”.
“Existe um conceito moderno de ‘polícia completa’. Em todo país moderno é assim. Não pode existir economia de estrutura. Temos um mundo de atividade na PF e precisamos de mais gente! Tem gente de uma área trabalhando em outra, não pode”, disse.
Para exemplificar, comparou a Polícia Federal brasileira ao FBI (Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos). Em nossa PF, há 12 mil federais ativos e 4 mil inativos. No FBI, por sua vez, apenas a área de investigação possui 32 mil profissionais.
“Existem grupos que estão na gestão e não querem mudar, eles se sentem ofendidos. No FBI também tem uma estrutura justa, você cresce de acordo com sua capacitação. Não é que nem aqui que você entra como delegado e já chefia um setor”, concluiu.
A polêmica da pausa na emissão dos passaportes, a fragilidade do Brasil no controle das suas fronteiras, a corrupção existente dentro da própria PF e os altos índices de suicídios de policiais também foram discutidos durante a tarde. Confira a íntegra no vídeo!


Postado do Portal FENAPEF:
FENAPEF – Federação Nacional dos Policiais Federais

http://www.fenapef.org.br/lava-jato-vai-se-afundar-em-burocracia-crtitica-presidente-da-fenapef/





Imagem FENAPEF no Facebook